- A vitamina D atua na absorção de cálcio e fósforo, ajuda na saúde óssea, na imunidade e na função muscular.
- Muitas pessoas apresentam deficiência, especialmente no outono e no inverno, quando há menos sol.
- Para manter os níveis, combine exposição solar moderada com uma alimentação rica em vitamina D, como peixes gordurosos, ovos e laticínios fortificados.
- A exposição diária de cerca de 15 a 20 minutos, preferencialmente entre 10h e 15h, costuma ser suficiente; a suplementação pode ser indicada com orientação médica.
- A deficiência pode levar a osteoporose e raquitismo e está associada a maior risco de doenças autoimunes, infecções e outras doenças; fique atento a sinais como fadiga e dores musculares.
A vitamina D é essencial para a absorção de cálcio e fósforo, contribuindo para os ossos, imunidade e saúde muscular. No outono e no inverno, a menor incidência de sol pode reduzir sua produção no corpo.
Para manter níveis adequados, combine exposição solar moderada com alimentação equilibrada. Consuma peixes gordurosos, ovos e laticínios fortificados, que ajudam na reposição do nutriente.
Especialistas sugerem exposição ao sol por cerca de 15 a 20 minutos diários, preferencialmente entre 10h e 15h, para estimular a produção de vitamina D. A suplementação pode ser indicada sob orientação médica.
Fontes e prática segura
A alimentação rica em vitamina D, aliada à exposição solar controlada, é apontada como estratégia principal para evitar deficiência. A prática frequente reduz o risco de desbalanços ósseos.
Deficiência pode levar a problemas ósseos como osteoporose, além de associar-se a maior vulnerabilidade a infecções, doenças autoimunes e algumas condições crônicas. Fadiga também pode ser um sintoma.
Quem apresentar dores musculares ou ósseas, ou sinais persistentes de cansaço, deve buscar avaliação médica para verificar níveis sanguíneos e orientar reposição, se necessário.
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