- A Linha 17-Ouro de São Paulo ganhou o monotrilho SkyRail da BYD, com oito estações conectando Morumbi ao Aeroporto de Congonhas, em 6,7 quilômetros; sete estações já estão em operação, e Washington Luís abre em junho; operação plena prevista para outubro de dois mil e vinte e seis.
- Serão 14 trens em operação, cada um com cinco carros, capacidade de até 616 passageiros, peso de cerca de 54 toneladas e custo total da linha de R$ 5,8 bilhões.
- A bateria embarcada permite manter a operação por cerca de oito quilômetros em caso de falta de energia; a recarga é automática durante o funcionamento e ocorre também com a energia gerada nas frenagens.
- Os trens funcionam de forma automatizada, sem condutor, e o sistema é integrado ao Centro de Controle Operacional do Metrô de São Paulo.
- Foi autorizada a expansão da linha com quatro novas estações (Américo Maurano, Vila Paulista, Panamby, Paraisópolis), acrescentando aproximadamente 4,6 quilômetros, ainda sem data para início das obras.
A Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo, que utiliza o monotrilho SkyRail da BYD, foi inaugurada nesta terça-feira (31). O projeto conta com 14 trens, cada um com cinco carros, e opera já em parte da rede da capital paulista. A tecnologia permite operação automatizada sem condutor à frente.
O sistema de monotrilho funciona sobre um trilho único suspenso, com trens sem motorista diretamente conduzindo as composições. Um dos principais diferenciais é a bateria embarcada, que mantém a operação por tempo limitado mesmo se houver queda de energia externa.
A Linha 17-Ouro liga o Morumbi ao Aeroporto de Congonhas, em um trajeto de 6,7 quilômetros com oito estações, sendo que Washington Luís ainda não opera. A previsão é de abertura total em outubro de 2026, com operação plena entre as estações.
Segundo a BYD, a linha deve ter capacidade para atender até 100 mil passageiros diários quando em pleno funcionamento. O custo total do empreendimento foi de R$ 5,8 bilhões, sem incluir a expansão anunciada para acrescentar quatro novas estações.
A bateria, batizada de Blade, permite autonomia de cerca de oito quilômetros em caso de pane de energia, suficiente para chegar à próxima estação. A recarga é automática durante a operação, com aproveitamento de energia gerada nas frenagens para recarga parcial.
A BYD ressalta que a bateria não exige paradas para recarga, o que assegura fluxo contínuo da linha. O sistema também mantém iluminação, ventilação e comunicação em funcionamento, com supervisão do Centro de Controle Operacional do Metrô.
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