- O capacete de ouro de 2.500 anos, Coțofenești, recuperado na cidade de Assen, na Holanda, após ser roubado do Drents Museum no início de 2025.
- O roubo ocorreu durante o último fim de semana de uma exposição de seis meses, quando o museu foi arrombado e o item levou três braceletes de ouro.
- Dois dos três braceletes recuperados; as autoridades continuam buscando o Bracelete restante.
- Os assaltantes usaram um artefato explosivo caseiro e marreta para invadir o museu; o capacete sofreu leve amassado, sem danos permanentes.
- Três homens presos pelo crime devem enfrentar julgamento no início de abril; o incidente tensionou as relações entre a Holanda e a Romênia.
O capacete de ouro romano Coțofenești, de 2.500 anos, recuperado após ter sido roubado no ano passado, voltou aos cofres oficiais. A Polícia holandesa apresentou o artefato sob forte escolta de policiais com balaclavas, em Assen, nesta quinta-feira.
O objeto estava exposto no Drents Museum, em janeiro de 2025, no último fim de semana de uma mostra de seis meses, quando houve a ação de ladrões que levou o capacete e três braçais dourados. A recuperação aconteceu agora, com dois dos três braçais devolvidos.
A condução do caso envolve autoridades holandesas e romenas, que trabalham para devolver o conjunto de valor nacional. O restante braçal continua desaparecido, e a investigação segue para encontrar o artefato final.
Detalhes da recuperação e danos
O capacete sofreu leve amassado, mas não houve dano permanente, segundo o diretor do Drents Museum. Os braçais estão em condições perfeitas. A operação contou com uma investigação que resultou na detenção de três homens, com início de julgamento previsto para abril.
Como ocorreu o furto
A invasão utilizou explosivo artesanal e marreta, conforme imagens de segurança. Filmagens mostram três indivíduos abrindo a porta com uma barra de ferro, seguidas por uma explosão simples.
Relações entre países e prioridades
O furto tensionou relações entre Holanda e Romênia. O ministro da Justiça romeno, Radu Marinescu, classificou o incidente como crime contra o estado e afirmou que a recuperação dos artefatos é prioridade nacional.
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