- Christina Koch assumiu a responsabilidade pelo reparo do UWMS, sistema que gerencia urina e fezes a bordo da Orion, após uma luz de falha no painel antes de uma manobra.
- A falha foi considerada pontual, relacionado ao tempo em que o sistema ficou inativo, exigindo um aquecimento inicial.
- Durante o ajuste, a tripulação utilizou bolsas de contingência para urina; o uso de resíduos sólidos permaneceu estável.
- A Artemis 2 deixou a órbita da Terra na manha de 2 de abril, em direção à Lua, numa missão de teste de dez dias que não prevê pouso na superfície.
- O retorno está previsto para a Orion pousar no Oceano Pacífico, próximo a San Diego, após fotografias da superfície lunar e observações do lado oculto durante a passagem ao redor da Lua.
Christina Koch reparou o UWMS, o sistema que gerencia urina e fezes a bordo, após identificar uma luz de falha no painel pouco antes de uma manobra orbital inicial. A tripulação agiu rapidamente para manter operação da cápsula Orion.
A costura técnica foi tratada como falha pontual, associada ao tempo de inatividade do equipamento. O sistema precisou de aquecimento para retornar a funcionamento estável, segundo Koch.
Durante o período de instabilidade, soluções de contingência foram acionadas. Bolsas especiais passaram a coletar urina, enquanto o manejo de resíduos sólidos permaneceu em operação.
A missão Artemis 2 é um voo de teste com duração de 10 dias. A nave Orion deixará a órbita da Terra para orbitar a Lua, sem pouso, antes de retornar à Terra.
Na segunda etapa da missão, prevista para 6 de abril, os quatro astronautas devem fotografar a superfície lunar em alta resolução e observar o lado oculto. O retorno deverá ocorrer no Oceano Pacífico, próximo a San Diego.
Objetivo central da missão é avaliar o desempenho da nave e os efeitos do espaço profundo na tripulação, incluindo radiação e interação com sistemas automatizados. O empreendimento marca a primeira volta ao redor da Lua desde 1972.
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