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Especialista diz que mais pessoas na conversa ajudam a conscientização do autismo

Especialista aponta que quanto mais cedo a intervenção, maior a chance de comunicação; parceria entre família, escola e Estado é essencial no Abril Azul

Parceria entre família, escola e Estado é essencial para lidar com o autismo
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  • Abril azul, promovido pela Organização das Nações Unidas, visa conscientizar sobre o autismo, envolver a comunidade e ampliar a visibilidade da causa.
  • A psicóloga Camila Canguçu explica como ocorre o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA) e a importância do acompanhamento especializado desde o início.
  • A principal característica do TEA é atraso ou ausência de comunicação, o que pode levar a crises se não houver intervenção precoce.
  • Recomenda buscar um psiquiatra, neurologista infantil ou psicólogo especializado e considerar o suporte emocional à família após o diagnóstico.
  • Existe dificuldade de comunicação entre famílias e escolas; a parceria entre família, escola e Estado é essencial para um ambiente mais inclusivo. Quanto mais pessoas envolvidas, melhor.

O Abril Azul, iniciativa da ONU, busca conscientizar sobre o autismo, envolver a comunidade e ampliar a visibilidade da causa. A psicóloga Camila Canguçu, em entrevista ao Link News, aborda diagnóstico e papel de famílias e instituições.

Para identificar TEA, observa-se o comportamento infantil desde cedo. Sinais incluem falta de contato ocular, não seguir comandos simples e movimentos repetitivos, com possível atraso no neurodesenvolvimento.

Camila reforça que quanto antes iniciar a intervenção, maiores são as chances de melhora na comunicação. Recomenda buscar atendimento com psiquiatra, neurologista infantil ou psicólogo especializado.

Papel da família, escola e Estado

Ela aponta que a comunicação entre famílias e escolas ainda é falha, e que a parceria com o Estado é essencial para um ambiente inclusivo. Quanto mais gente envolvida, melhor o suporte ao autisticismo.

Além disso, a psicóloga, que também é mãe de um filho com TEA, ressalta a necessidade de suporte emocional aos pais. O autismo pode acompanhar a vida inteira, requerendo acompanhamento contínuo.

A orientação final é buscar ajuda com abertura, reconhecimento das necessidades da criança e disponibilidade de profissionais competentes. O foco é proporcionar bem-estar e desenvolvimento.

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