- Um voo comercial que sobrevoava a Flórida acompanhou o lançamento da Artemis II, primeira missão lunar tripulada da Nasa em mais de meio século.
- O lançamento ocorreu às 18h35 (23h35, horário de Brasília) do Centro Espacial Kennedy, com céu claro.
- Os quatro astronautas a bordo farão uma missão de 10 dias, mas não pousarão na Lua.
- Jeremy Hansen, canadense, é o primeiro não americano a viajar para a Lua; Victor Glover é o primeiro não branco; Christina Koch é a primeira mulher a participar de uma missão lunar liderada pela Nasa.
- Os responsáveis afirmou que o objetivo é levar o mundo junto na jornada e retomar lançamentos regulares de foguetes.
Um voo comercial que sobrevoava a Flórida assistiu de perto ao lançamento da Artemis II, com passageiros e tripulantes observando a nave ganhar o espaço. O piloto, em tom entusiasmado, afirmou que não é comum ver algo assim e que eles vão à Lua. O céu estava claro, favorecendo a visualização.
O lançamento ocorreu às 18h35 (23h35, horário de Brasília) de quarta-feira, no Centro Espacial Kennedy. A missão envolve uma nave tripulada que marca a primeira ida humana à Lua em quase meio século. O objetivo é testar sistemas e operações para futuras missões.
Astronautas a bordo
Quatro tripulantes participam da missão: três americanos e um canadense. Não haverá pouso na Lua durante este sobrevoo, diferente do histórico feito pelos colegas da era Apollo entre 1969 e 1972. O astronauta canadense Jeremy Hansen integra a equipe, o que marca a primeira viagem de um non-American à Lua. Victor Glover é citado pela imprensa como o primeiro homem não branco a viajar nesse contexto, e Christina Koch passa a ser a primeira mulher a integrar uma missão lunar tripulada.
Reid Wiseman, comandante da Artemis II, disse que a missão mira todos, por meio de todos, buscando levar o mundo inteiro junto. Jared Isaacman, administrador da Nasa, reforçou em coletiva após o lançamento a intenção de retomar o ritmo de lançamentos de foguetes e ampliar a participação global no feito.
O episódio foi descrito como histórico por representantes da agência, destacando o atraso de décadas para ver esse tipo de atuação. A cobertura ressaltou o impacto do feito para a ciência, a cooperação internacional e a comunicação pública sobre exploração espacial.
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