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Equipe Artemis II chega ao lado oculto da Lua durante sobrevoo

Artemis II poderá observar pela primeira vez a face oculta da Lua a olho nu durante voo de seis horas, com foco em mapeamento para futura base lunar

Astronaut and Artemis II mission specialist Christina Koch peers out of one of the Orion spacecraft's main cabin windows, looking back at Earth, Thursday, April 2, 2026
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  • A missão Artemis II da Nasa deve observar o lado distante da Lua durante um sobrevoo de cerca de seis horas.
  • A tripulação é composta por quatro astronautas — três americanos e um canadense — que partiram de Cabo Canaveral, no dia primeiro de abril, em uma missão de quase dez dias.
  • Será a primeira vez que humanos veem o lado oposto da Lua a olho nu, ultrapassando a distância máxima alcançada pela Apollo treze, de cerca de 400 mil quilômetros da Terra.
  • No ponto de maior aproximação, a distância até a Lua será de seis mil quinhentos e cinquenta quilômetros.
  • O retorno deve ocorrer em quatro dias, com a cápsula buscando a reentrada no Pacífico, próximo de San Diego, em 10 de abril, após contato por rádio com a Estação Espacial Internacional.

O programa Artemis II da NASA deverá permitir, na próxima segunda-feira, o vislumbre inédito da face distante da Lua a olho nu. Quatro astronautas a bordo da Orion realizarão um sobrevoo de cerca de seis horas, retornando ao espaço próximo da Terra. A missão parte de Kennedy Space Center, na Flórida, iniciada em 1º de abril, com o objetivo de registrar pela primeira vez esse lado lunar e avançar no conceito de base lunar.

A tripulação é formada por três americanos e um canadense. Eles não orbitam nem pousam na Lua nesta etapa, mas percorrem uma trajetória em forma de oito que se aproxima da Lua sem aterrisagem, chegando a distâncias a partir de cerca de 6.550 quilômetros do astro. O feito buscará ampliar o registro de distâncias já alcançadas por missões Apollo.

Entre os objetivos, está a captação de imagens do lado invisível, com pares de astronautas alternando as câmeras durante o sobrevoo. O ponto mais próximo ocorrerá com a Lua alinhando-se entre a Terra e o Sol, o que reduz a iluminação de áreas específicas do lado distante, conforme a equipe da missão observa.

Especialistas da Nasa destacam que o sobrevoo é parte de um caminho de exploração que visa futuras instalações lunares com landers, rovers, drones e habitats. O histórico é marcado por Apollo 13, cuja trajetória quase terminou de forma trágica, mas resultou numa das maiores lições de retorno seguro.

Ao encerrar o sobrevoo, a Orion seguirá para o retorno à Terra, com a expectativa de aterrissar no Pacífico, próximo a San Diego, em 10 de abril. Durante o retorno, a equipe manterá contato por rádio com a Estação Espacial Internacional para atualizações técnicas entre missões.

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