- Em Guadalajara, México, pesquisadores da Universidade de Guadalajara desenvolveram o braço protético E-Redi, controlado por um único sensor muscular para realizar várias ações naturais.
- O protótipo impresso em 3D oculta os motores dentro do antebraço e estimula o cérebro a controlar o equipamento de forma mais natural.
- O projeto é liderado pelo Dr. Erick Guzmán e contou com o apoio do Conselho Estadual de Ciência e Tecnologia de Jalisco.
- A iniciativa busca simplificar dispositivos que costumam frustrar usuários, incentivando a continuidade no uso de próteses.
- A história também envolve Alberto Orozco, nascido com membro parcial, e seu amigo Jorge Velazco, que hoje atua como designer mecânico da braçadeira; o estudo abre caminho para futuras versões com assistente por voz.
Em Guadalajara, no México, pesquisadores da Universidade de Guadalajara apresentaram o protótipo de um braço protético chamado E-Redi. O objetivo é facilitar a adaptação de amputados a próteses biónicas, com controle a partir de um único sensor muscular. O desenvolvimento contou com apoio do Conselho de Ciência e Tecnologia do estado de Jalisco.
O dispositivo utiliza um sensor muscular para mapear diversos movimentos naturais, treinando o cérebro do usuário para operá-lo de forma mais intuitiva. O protótipo é impresso em 3D e abriga os motores dentro do antebraço, com perspectivas de evoluir para versões com voz.
Liderado pelo Dr. Erick Guzmán, a equipe recebeu suporte institucional para reduzir a frustração comum com próteses e incentivar a adesão dos usuários. O caso de Alberto Orozco e Jorge Velazco, amigo de infância e designer mecânico, é citado como motivação para o projeto.
Funcionamento e futuro
O E-Redi permite que o usuário execute várias ações com um único sensor muscular, simplificando a operação. A equipe afirma que a solução pode favorecer o treinamento neurológico, facilitando o uso diário da prótese.
Entre na conversa da comunidade