- A missão Artemis 2 da Nasa levou astronautas para a órbita lunar, lançada na última quarta-feira no Centro Espacial Kennedy, na Flórida.
- O objetivo é submeter a nave Orion a uma série de testes de sistemas, procedimentos e desempenho no espaço profundo, para preparar o retorno de humanos à superfície lunar.
- A missão pode ampliar estudos sobre a Lua, ainda que haja avanços tecnológicos; há detalhes que apenas a observação humana pode captar.
- A Nasa afirma que observadores robóticos não substituem a atuação de astronautas, que podem perceber mudanças sutis na superfície.
- Artemis 2 também visa confirmar os sistemas de apoio à exploração humana e pavimentar o caminho para uma presença permanente na Lua.
A missão Artemis 2, da Nasa, levou astronautas à órbita lunar pela primeira vez em mais de cinco décadas. O lançamento ocorreu na última quarta-feira, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos, em uma operação tripulada.
O objetivo é submeter a espaçonave Orion a uma série de testes planejados, avaliando sistemas, procedimentos e desempenho no espaço profundo. Os resultados servirão para permitir o retorno de humanos à superfície lunar.
A Nasa destaca que, embora haja observadores robóticos, eles não substituem a observação humana. Os olhos e o cérebro dos astronautas podem detectar mudanças sutis na cor, textura e características da superfície lunar.
Segundo a agência, a Artemis 2 também visa confirmar sistemas de suporte à vida e operações necessárias para futuras missões. O objetivo final é preparar o terreno para uma presença humana permanente na Lua.
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