- Artemis 2, lançada em 1º de abril, segue levando registros da Terra e da Lua graças a 32 câmeras a bordo da nave Orion.
- As imagens divulgadas pela Nasa mostram o céu escuro e não destacam estrelas, mesmo com tecnologia de ponta.
- A dificuldade de registrar estrelas no espaço já era conhecida; as câmeras precisam de configurações específicas para capturá-las.
- A relação entre objetos muito luminosos e estrelas explica o uso de exposição curta: objetos mais brilhantes recebem menos abertura e velocidade do obturador maior, o que “apaga” as estrelas.
- Na prática, a missão prioriza Terra e Lua, que são luminosas, fazendo com que as estrelas não apareçam nas fotos divulgadas.
Desde o lançamento da missão Artemis 2 pela Nasa, em 1º de abril, os astronautas registram imagens da Terra e da Lua com tecnologia de ponta. A Orion traz 32 câmeras e outros dispositivos de registro.
As fotos divulgadas mostram um céu noturno relativamente negro, com poucos astros visíveis. A dúvida comum é: onde estão as estrelas? a resposta está na configuração fotográfica adotada.
A técnica predominante é a exposição curta, que privilegia objetos muito luminosos como Terra e Lua. Estrelas ficam ofuscadas por esse alto contraste entre os alvos brilhantes e o espaço escuro.
Segundo a explicação técnica, o filme ou sensor reage à luz ajustando abertura da lente e velocidade do obturador. Objetos mais claros exigem menos luz, o que reduz a visibilidade de estrelas.
Em resumo, a escolha de exposição busca realçar o que é mais luminoso no momento das captura, e não representar todo o cenário estelar presente no espaço ao redor.
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