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Condenação pela morte de Matthew Perry expõe riscos da cetamina

Condenação de traficante expõe riscos do uso descontrolado de cetamina e liga a morte de Matthew Perry à circulação ilegal

Créditos: Foto/Divulgação
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  • Jasveen Sangha, conhecida como “rainha da cetamina”, foi condenada a quinze anos de prisão nos Estados Unidos em abril de 2026 pelo envolvimento na morte de Matthew Perry em 2023.
  • A investigação apontou que parte da cetamina que contribuiu para o falecimento do ator chegou a ele por meio da traficante.
  • Perry morreu após os “efeitos agudos” da cetamina, que provocaram perda de consciência e afogamento em uma banheira de hidromassagem.
  • A nota destaca que a cetamina tem usos médicos legítimos, mas pode ser letal fora de ambiente clínico quando utilizada de forma descontrolada.
  • Em 2020, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou a escetamina, derivado da cetamina, como antidepressivo nasal para adultos com depressão resistente.

A condenação de Jasveen Sangha, conhecida como “rainha da cetamina”, pela morte do ator Matthew Perry reacende o debate sobre os riscos do uso descontrolado da substância. A Justiça dos EUA informou que a traficante foi sentenciada a 15 anos de prisão, em abril de 2026, por envolvimento no caso.

Segundo a investigação, parte da substância que contribuiu para o falecimento de Perry chegou ao ator por meio da condenada. O laudo toxicológico apontou a cetamina como causa da morte, relacionada aos efeitos agudos da droga.

A cetamina é um anestésico com uso médico legítimo, mas que também circula de forma ilegal. Em doses elevadas, pode provocar perda de consciência e afogamento, especialmente em ambientes domésticos ou sem supervisão clínica.

Sobre a substância e os riscos

A ketamina, como também é chamada, atua no sistema nervoso central e pode alterar a percepção. Em contextos recreativos, o uso descontrolado eleva o risco de intoxicação, dependência e eventos graves de saúde.

A droga ganhou espaço na medicina de forma controlada, com a escetamina aprovada pela Anvisa em 2020 como antidepressivo em spray nasal para casos resistentes. Fora do tratamento, a substância permanece associada a perigos significativos quando usada sem orientação médica.

Contexto e desdobramentos

O caso de Perry destaca a diferença entre uso médico, com dose e monitoramento, e uso ilegal sem controle. Especialistas ressaltam a necessidade de vigilância sobre a cadeia de fornecimento e a prevenção de abusos.

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