- Em dois mil e vinte e cinco, seis estados — são Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Paraná — podem ter incidência de dengue maior do que no ano anterior, segundo projeções do Ministério da Saúde.
- O governo ampliou o monitoramento das arboviroses e acionou ações para conter a doença junto a estados e municípios, com apoio do Centro de Operações de Emergência inaugurado no início do ano pela ministra Nísia Trindade e o novo plano de contingência.
- O Ministério da Saúde também atualizou a recomendação de vacinação contra a dengue, remanejando doses com prazo de validade de dois meses para municípios não contemplados ou ampliando a faixa etária para entre seis e dezesseis anos.
- Para eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, a população deve manter reservatórios de água fechados, descartar lixo e garrafas vazias, limpar calhas e lajes, usar areia em vasos, guardar pneus e manter ralos com telas de proteção, entre outras medidas.
- Também são incentivadas medidas de proteção individual, como uso de repelentes apropriados, telas em portas e janelas, mosquiteiros e roupas de manga longa, além de acolher bem os agentes de saúde e endemias.
O Ministério da Saúde informou que, em 2025, seis estados correm o risco de ter incidência de dengue superior à de 2024: São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Paraná. O monitoramento aponta maior vulnerabilidade nessas regiões.
O governo federal ampliou o acompanhamento das arboviroses e passou a orientar ações para conter o avanço da doença em estados e municípios. Medidas buscam manter a vigilância e reforçar a resposta de saúde.
No início do ano, a ministra Nísia Trindade anunciou a instalação de um Centro de Operações de Emergência (COE) para monitorar o quadro em todo o país e apresentou um novo plano de contingência para ampliar medidas e fortalecer a rede assistencial.
Medidas de prevenção
O Ministério da Saúde informou ainda sobre ajustes na vacinação contra dengue, com remanejamento de doses com validade de dois meses para municípios não contemplados ou ampliação da faixa etária para 6 a 16 anos.
- Mantenha caixas d’água, tonéis e reservatórios limpos e bem fechados
- Descarte garrafas PET e embalagens vazias
- Esvazie garrafas, potes e vasos e vire-os com a abertura para baixo
- Amarre bem sacos de lixo e leve-os para a coleta
- Limpe calhas e lajes
- Coloque areia nos vasos de planta
- Guarde pneus cobertos ou descarte-os
- Evite acúmulo de sucata e entulho
- Mantenha ralos limpos com telas de proteção
- Receba bem os agentes de saúde e de endemias
Repelentes à base de DEET, IR3535 ou Icaridin ajudam a prevenir picadas do Aedes aegypti, conforme orientação do rótulo. Também é recomendado instalar telas, usar mosquiteiros ao dormir e vestir mangas compridas em áreas de risco.
Casos e sintomas da dengue, Zika e chikungunya seguem disponíveis como orientação à população, com informações oficiais do Ministério da Saúde para busca de atendimento adequado.
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