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Projeto pioneiro integra drones ao controle de tráfego aéreo

Odense testa a integração de drones ao controle de tráfego aéreo, com sensores e radar para coordenar aeronaves e veículos aéreos não tripulados

The pioneering project integrating drones into air traffic control
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  • Em Odense, aeroporto internacional, na Dinamarca, testes em escala real buscam integrar drones e aeronaves tripuladas no mesmo espaço aéreo, no âmbito do NextGen Innovation.
  • O projeto coordena aeronaves e drones sobre uma área de aproximadamente 1.900 km², no Danish International UAS Centre, um dos melhores locais da Europa para experimentos com drones.
  • A iniciativa pretende modelar o que pode ocorrer na Europa em cinco a dez anos, utilizando sensores e radar para saber a posição de todos os aparelhos em tempo real.
  • A AirPlate instalou uma “drone box” no aeroporto, com oito sensores que detectam drones a um raio superior a quinze quilômetros.
  • Segundo o CEO da AirPlate, o sistema consegue detectar um drone duas vezes por segundo, indicando posição, altitude, distância e a localização do piloto.

O aeroporto Odense, na Dinamarca, realiza testes em grande escala para integrar aeronaves tripuladas e drones no mesmo espaço aéreo. A iniciativa busca evitar colisões entre diferentes tipos de aeronaves e ampliar a cooperação entre controles de tráfego e veículos não tripulados.

O Centro de Testes UAS Dinamarca, ligado ao Odense International Airport, coordena voos de aeronaves tradicionais e drones em uma área de 1.900 km². O objetivo é simular operações conjuntas e preparar o espaço aéreo europeu para usos variados.

A estrutura de controle de tráfego do aeroporto funciona como referência para o projeto NextGen Innovation, que combina tecnologia de sensores e radar para mapear a posição de todos os veículos no ar. A experiência envolve startups e setores de defesa.

A iniciativa também integra a solução desenvolvida pela AirPlate, que instalou um “drone box” no aeroporto com oito sensores. Esse sistema detecta drones dentro de um raio superior a 15 quilômetros.

Segundo o líder do Centro de Testes UAS Dinamarca, o objetivo é demonstrar que drones e aeronaves tripuladas podem operar com segurança no mesmo espaço aéreo dentro de cinco a dez anos, com dados de localização em tempo real.

August Mader, CEO da AirPlate, explica que o conjunto de sensores permite identificar posição, altitude, velocidade e trajeto de cada drone, com atualização aproximadamente a cada segundo. A configuração facilita o monitoramento de voos complexos.

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