- A história do queijo soma mais de sete mil anos, serviu para conservar o leite e se espalhou pelo mundo via rotas comerciais, com destaque para a tradição europeia; hoje é consumido diariamente em várias culturas.
- O queijo tem valor econômico e nutricional, influenciado por técnicas de maturação, tipo de leite e condições ambientais, além de ser elemento cultural em diferentes regiões.
- No Brasil, o consumo é amplo e diversificado, com expressões locais que acompanham a culinária doméstica e a indústria alimentícia.
- Entre os queijos mundialmente apreciados, destacam-se Mozzarella (Itália; búfala; usado em pizzas e saladas), Cheddar (Inglaterra; firme; popular em sandubos), Parmesão (Itália; duro; ralado em massas), Brie (França; pasta mole) e Gouda (Holanda; versátil).
- Queijos brasileiros de renome incluem Queijo Minas (MG; suave; comum no café da manhã), Queijo Coalho (nordeste; firme; ótimo para assar) e Queijo Canastra (MG; artesanal; sabor amanteigado), entre outros.
Ao longo de mais de sete mil anos, o queijo surgiu como forma de conservar o leite. Com o tempo, evoluiu para uma enorme variedade de sabores, texturas e aromas.
A consolidação global ocorreu por meio de rotas comerciais e troca de saberes entre povos. Países europeus tiveram destaque na produção, com receitas reconhecidas pela qualidade.
Hoje, o queijo integra o dia a dia de milhões, presente no café da manhã, nas refeições e em pratos sofisticados. Grandes produtores investem em técnicas de maturação, leite e ambiente.
Panorama global dos tipos
A lista de queijos varia conforme tradição local e método de produção. Entre os mais famosos estão mozzarella, cheddar, parmesão, brie e gouda, cada um com características próprias de sabor e textura.
A mozzarella, originária do sul da Itália, usa leite de búfala e apresenta textura macia e elástica. Amplamente usada em pizzas e saladas como caprese.
O cheddar, criado em Cheddar, Inglaterra, é firme e de sabor marcante que se intensifica com a maturação. Popular em sanduíches e pratos assados.
Parmesão ou Parmigiano-Reggiano é duro e granular, com sabor intenso. Ralado, é essencial em massas e culinária italiana.
Brie, da região de Brie, França, tem pasta mole e casca de mofo com sabor amanteigado. Combina bem com pães e frutas.
Gouda, da Holanda, surge como queijo semiduro de sabor levemente adocicado. Pode ser jovem ou envelhecido e é exportado amplamente.
Emmental, suíço, é conhecido pelos buracos grandes e sabor suave. Usa-se em fondues, sanduíches e gratinados.
Roquefort, queijo azul francês, é feito de leite de ovelha e maturado em cavernas. Sabor forte e salgado, um dos mais antigos do país.
Camembert, da Normandia, França, é de pasta mole com casca branca comestível e sabor suave que evolui com o tempo.
Edam, holandês, é firme, com formato esférico e casca vermelha. Sabor suave e baixa acidez, fácil de fatiar.
Queijos brasileiros e tradições locais
No Brasil, a produção é diversificada, com destaque para queijos regionais e usos na indústria alimentícia. A variedade reflete hábitos locais e paladares.
Queijo Minas, típico de Minas Gerais, pode ser fresco ou curado, com sabor suave e textura firme, comum no café da manhã e em pratos tradicionais.
Queijo Coalho, do Nordeste, tem textura firme e boa resistência ao calor. Indicado para assar ou grelhar, comum em praias.
Queijo Canastra, artesanal, é feito com leite cru na Serra da Canastra, em Minas. Casca amarelada e sabor amanteigado, com reconhecimento internacional.
Queijo Marajó, da Ilha de Marajó, no Pará, pode ser feito com leite de búfala, apresentando textura cremosa e sabor intenso.
Queijo Serrano, produzido nas serras gaúchas e catarinenses, tem casca firme e interior macio, com leve acidez. Tradição histórica na região.
Cuestinha, de casca lavada, maturação controlada e aroma intenso, nasce em São Paulo. Tornou-se destaque em concursos internacionais.
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