- A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou a primeira morte por dengue em 2026, ocorrida no dia 15, em uma idosa de 83 anos.
- A vítima era residente de Jacutinga, município no Norte do estado, e já apresentava comorbidades.
- A confirmação mantém o alerta sobre a circulação do vírus no território gaúcho e reforça a importância de medidas de prevenção e de buscar atendimento ao primeiro sinal da doença.
- Os principais sintomas mencionados são febre alta, dor atrás dos olhos, dores no corpo e nas articulações, mal-estar, náuseas, vômitos, diarreia e manchas vermelhas na pele.
- Em 2026, até o momento, foram confirmados 596 casos de dengue e um óbito no estado; em 2024 o Rio Grande do Sul vivenciou o pior cenário da série histórica, com 209.669 casos e 281 óbitos.
O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro óbito por dengue em 2026. A vítima é uma idosa de 83 anos, com comorbidades, residente em Jacutinga, no Norte do estado. O óbito ocorreu no dia 15 de janeiro.
Segundo a Secretaria de Saúde, a confirmação reforça o alerta para a circulação do vírus no território gaúcho e a necessidade de medidas de prevenção. A pasta recomenda buscar atendimento de saúde assim que surgirem os primeiros sintomas.
A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em água parada. A principal forma de prevenção é eliminar criadouros e envolver a população na redução da transmissão.
Em 2026, até o momento, foram confirmados 596 casos de dengue no estado, com um óbito relatado. Em igual período de 2025, o RS registrava mais de 20 mil casos e 13 óbitos.
Em relação a ações de vacinação, há uso da vacina Qdenga, da Takeda, e o governo federal também acompanha a introdução de uma vacina 100% nacional, desenvolvida pelo Instituto Butantan.
Dados de 2024 apontaram o pior cenário da dengue no Rio Grande do Sul, com 209.669 casos e 281 óbitos, segundo levantamentos oficiais.
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