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Pubalgia na reta final da gravidez: o desafio de Laís Caldas

Laís Caldas sofre pubalgia no fim da gravidez; dor pélvica pode atrapalhar sono e parto, com tratamento que vai de exercícios a infiltrações

Laís Caldas fala dos efeitos da caneta emagrecedora
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  • A ex-BBB Laís Caldas, 34 anos, está no terceiro trimestre da primeira gravidez com Gustavo Marsengo e convive com fortes dores na região pélvica.
  • A pubalgia ocorre pela ação da relaxina, que deixa ligamentos pélvicos mais flexíveis, aumentando mobilidade e gerando instabilidade articular.
  • A condição afeta cerca de 20% a 30% das gestantes, com maior incidência no segundo e terceiro trimestres.
  • O bebê não corre risco direto, mas a pubalgia pode comprometer o sono da gestante, a saúde física e a qualidade de vida, inclusive durante o parto.
  • Tratamentos podem incluir exercícios de baixo impacto, fisioterapia, cintos de suporte, massagens, acupuntura e, em casos severos, infiltrações na sínfise púbica para alívio temporário.

Laís Caldas, ex-BBB, vive o terceiro trimestre da primeira gravidez com o marido Gustavo Marsengo. A médica de 34 anos relata fortes dores na região pélvica, o que levou médicos a diagnosticar pubalgia. O anúncio ocorre enquanto o casal espera a chegada da filha.

A pubalgia é uma dor na região púbica que pode irradiar para virilha, quadris e coxas. O diagnóstico foi feito por um cirurgião ortopedista de rede de saúde, que destacou fatores de risco como histórico de problemas pélvicos, dores lombares e gestações múltiplas. O hormônio relaxina facilita a mobilidade dos ligamentos para o parto, aumentando a instabilidade na região.

A condição não costuma colocar em risco o bebê, mas pode afetar a qualidade de vida da gestante. Variando de leve a severa, a pubalgia pode prejudicar sono, mobilidade e atividades diárias, e em casos mais intensos pode exigir intervenções adicionais no parto ou no pós-parto.

O que é pubalgia e por que ocorre

Especialistas explicam que, durante a gravidez, a produção de relaxina amacia ligamentos pélvicos para facilitar o parto. Esse processo pode causar dor na região pélvica, com maior incidência a partir do segundo e do terceiro trimestres. Em algumas gestantes, o desconforto é suficientemente intenso para limitar movimentos.

Tratamento e manejo

O manejo não farmacológico inclui exercícios de baixo impacto, como yoga pré-natal e Pilates, para fortalecer o core e o assoalho pélvico. A fisioterapia especializada busca estabilizar a pelve, enquanto cintos de suporte ajudam a reduzir a sobrecarga articular. Adaptações posturais também são recomendadas.

Em casos mais graves, pode haver indicação de infiltrações com anestésicos locais e corticosteroides na região da sínfise púbica, para alívio temporário da dor e melhoria da mobilidade. A equipe médica avalia individualmente o benefício e o momento de qualquer intervenção.

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