- Médicos recomendam eliminar travesseiros com mais de dois anos e também colchões desgastados para reduzir impactos na qualidade do sono.
- O alerta é de que travesseiros antigos acumulam ácaros, suor e alérgenos ao longo do tempo.
- Especialistas citados destacam que grande parte da pele humana B é noturada na cama, alimentando ácaros presentes no travesseiro.
- Cada ácaro vivo produz entre 10 e 20 partículas de fezes por dia, contribuindo para o acúmulo no item.
- O acúmulo de ácaros e seus resíduos pode provocar sintomas respiratórios e alérgicos.
O tema foi destacado por médicos que recomendam eliminar travesseiros com mais de dois anos. Profissionais afirmam que o uso prolongado pode impactar a saúde, não apenas a qualidade do sono, mas também ajudá-la a prevenir problemas respiratórios.
A orientação ganhou força em redes sociais, com médicos destacando riscos associados a travesseiros velhos e colchões desgastados. Os especialistas citam acúmulo de ácaros, suor e alérgenos como principais fatores de preocupação.
Segundo especialistas, a cada ano uma pessoa pode perder pele que se acumula na cama e no travesseiro, contribuindo para a proliferação de ácaros. Esse ambiente pode favorecer sintomas respiratórios e alérgicos em usuários.
Ainda conforme as informações divulgadas, a presença de ácaros vive em grande quantidade nos itens de dormir, gerando resíduos que agravam quadros de alergia. A recomendação é considerar a troca de itens com mais de dois anos.
Especialistas lembram que a higiene do quarto é parte essencial de uma boa qualidade de sono. Embora não haja consenso universal, a mensagem comum é avaliar periodicamente travesseiros e colchões para evitar acúmulos biológicos.
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