- Em abril, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) registrou o primeiro nascimento de filhotes de arara-vermelha-grande (Ara chloropterus) na Mata Atlântica.
- O nascimento marca quase duzentos anos desde a extinção da espécie no bioma.
- A reprodução ocorreu por meio do Projeto de Reintrodução da Arara-vermelha-grande na Mata Atlântica, iniciado em 2022 pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, em Porto Seguro, sul da Bahia.
- O registro nasça na natureza após a extinção no litoral brasileiro foi a primeira reintrodução documentada da espécie.
- O fato é considerado marco para a conservação da Mata Atlântica e da arara-vermelha-grande.
A mão humana atua na proteção de espécies. O Ibama registrou, em abril, o primeiro nascimento de filhotes de arara-vermelha-grande (Ara chloropterus) na Mata Atlântica, após décadas de ausência no bioma. O feito marca avanço na conservação local.
O nascimento ocorreu graças ao Projeto de Reintrodução da Arara-vermelha-grande na Mata Atlântica, iniciado em 2022 pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, em Porto Seguro, no sul da Bahia. A confirmação veio de registro oficial recente.
Segundo especialistas, a confirmação de filhotes ao *natural* representa a primeira reintrodução documentada da espécie na região, reforçando a importância de ações de restauração de habitats na Mata Atlântica. O marco eleva o foco de conservação da espécie na região.
Contexto
A arara-vermelha-grande é uma espécie ameaçada cuja presença histórica na Mata Atlântica foi interrompida, com extinção local no litoral. O projeto visa ampliar populações na região por meio de manejo e monitoramento contínuo.
Entre na conversa da comunidade