Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Dados de saúde: nova corrida pelo uso e controle de informações

Dados de saúde atraem investimentos e melhorias, mas vazamentos e discriminação elevam riscos; debate sobre soberania dos dados avança no Brasil

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • O interesse de empresas por dados de saúde cresceu pela coleta facilitada por smartwatches e smartphones.
  • Além de informações médicas, são usados dados comportamentais como sono e batimentos, úteis para prever riscos e custos para seguradoras e planos de saúde.
  • O uso dessas informações pode não ser transparente, abrindo espaço para discriminação, como aumento de preços ou negação de cobertura.
  • Dados de saúde são vulneráveis a ataques; vazamentos já ocorreram no Brasil durante a pandemia, expondo milhões de pessoas.
  • Discute-se soberania dos dados: modelos como na Estônia já existem; no Brasil, a RNDS avança, porém ainda enfrenta desafios de segurança e gestão.

Dados de saúde ganham espaço no mercado, impulsionados por dispositivos como smartwatches e smartphones. Transformam informações em ativos valiosos para prever riscos e comportamentos, especialmente para seguradoras e planos de saúde.

Além de dados clínicos, os dados comportamentais — sono, batimentos, pesquisas na internet — também são capturados. Podem ajudar em diagnósticos, mas ampliam a preocupação com uso pouco transparente e possível discriminação.

O aumento da coleta eleva riscos de vazamentos e erros de gestão. A falta de transparência pode resultar em preços diferenciados ou negativa de cobertura, impactando usuários.

Desafios e impactos

Ataques cibernéticos expõem dados de saúde com frequência, já que não são simples de substituir como senhas. Vazamentos, inclusive durante a pandemia no Brasil, revelaram informações de milhões de pessoas.

Sobre proteção de dados, surge a ideia de soberania: o indivíduo controla suas próprias informações. Países como a Estônia já adotam modelos semelhantes, influenciando debates no Brasil.

Caminhos e modelos em discussão

A RNDS brasileira avança como tentativa de centralizar dados, mas ainda enfrenta desafios de segurança e governança. Demanda maior transparência sobre usos, acessos e finalidades das informações.

Especialistas apontam a necessidade de padrões robustos de consentimento, auditorias independentes e governança de dados para reduzir abusos e discriminação sem frear avanços tecnológicos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais