- A Organização Mundial da Saúde confirmou, ao jornal BBC, três mortes associadas a possível surto de hantavírus a bordo do cruzeiro MV Hondius, com informações divulgadas em 3 de maio de 2026.
- O hantavírus é transmitido principalmente por roedores e pode respirar partículas de urina, fezes ou saliva desses animais; casos também podem ocorrer por mordidas ou arranhões, embora seja menos comum.
- Existem cinco casos suspeitos investigados pela Organização Mundial da Saúde, que coordena evacuações médicas a partir do navio.
- O vírus pode causar duas doenças graves: a Síndrome Pulmonar por Hantavírus (HPS) e a Febre Hemorrágica com Síndrome Renal (HFRS); no Brasil, a forma identificada é a SCPH (Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus).
- Não há tratamento específico disponível; as medidas incluem suporte médico, oxigenoterapia, ventilação, diálise e prevenção da exposição em locais com roedores.
O vírus hantavírus causa doenças graves e pode ser transmitido por roedores. A Organização Mundial da Saúde confirmou três mortes associadas a um possível surto a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius. A informação foi publicada pelo jornal BBC neste domingo, 3 de maio de 2026.
Casos ocorreram durante a viagem pelo Atlântico, segundo a OMS. A organização investiga cinco casos suspeitos e coordena evacuações médicas para atendimento dos passageiros e tripulação. Não houve confirmação sobre nacionalidades das vítimas.
O hantavírus se dissemina principalmente pela inalação de partículas virais presentes em fezes, urina ou saliva de roedores. A transmissão direta por mordidas ou arranhões é menos comum, segundo dados de CDC e OMS.
Investigações e desdobramentos
As informações até o momento não indicam como o vírus chegou ao navio. A OMS não divulgou detalhes sobre a nacionalidade das mortes nem sobre a rota exata da embarcação. Análises laboratoriais devem esclarecer os cinco casos suspeitos.
Doenças associadas e prevenção
O hantavírus pode causar a Síndrome Pulmonar por Hantavírus (HPS) ou a Febre Hemorrágica com Síndrome Renal (HFRS). No Brasil, a SCPH é a forma registrada. Não há tratamento específico; a abordagem é de suporte clínico, com oxigênio, diálise ou ventilação, conforme a gravidade.
Cuidados recomendados
Instituições de saúde e autoridades sanitárias reforçam medidas de prevenção: evitar contato com roedores, vedar entradas em imóveis, manter ambientes limpos e usar EPIs ao limpar áreas com fezes de roedores. Explicações detalhadas devem vir de investigações oficiais.
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