- MV Hondius, navio da Oceanwide Expeditions, está sob suspeita de hantavírus após três mortes a bordo e dois passageiros com sintomas; 149 pessoas estão isoladas.
- O navio permanece ancorado no largo da costa de Cabo Verde, e as autoridades não autorizaram o desembarque; presença ainda não definida, com possibilidade de seguir para Las Palmas ou Tenerife.
- Dois dos três casos de morte já foram confirmados como infecção pelo hantavírus; um passageiro segue internado em terapia intensiva na África do Sul; a OMS acompanha as investigações.
- A evacuação médica está sendo preparada para os dois passageiros com sintomas, além de uma pessoa associada ao passageiro falecido; serão utilizadas duas aeronaves especializadas.
- A viagem de 35 dias começou em Ushuaia, com passagens a partir de US$ 16.000 por pessoa; o navio tem capacidade para 170 passageiros, 80 cabines, 57 tripulantes, 13 guias e um médico.
O cruzeiro MV Hondius, da Oceanwide Expeditions, é investigado por suspeita de hantavírus após três passageiros morrerem a bordo. O navio permanece próximo à costa de Cabo Verde, com 149 viajantes isolados desde o fim de semana. A tripulação atua para proteger a saúde de todos a bordo.
Entre os envolvidos, destacam-se passageiros e a equipe médica presente, além de o influencer de viagens Jake Rosmarin ter compartilhado relatos sobre o dia a dia a bordo antes do surto. A viagem havia começado em Ushuaia e passaria por áreas remotas, com preço a partir de US$ 16 mil por pessoa.
O navio está ancorado no largo de Cabo Verde e ainda não houve autorização para desembarque. A Oceanwide informa que o ponto de desembarque não está definido e avalia opções entre seguir para Las Palmas ou Tenerife, sem prazo.
Desdobramentos médicos
Dois passageiros apresentam sintomas respiratórios agudos, um leve e outro grave, segundo a empresa. Ambos necessitam de atendimento médico, e uma evacuação médica está being preparada com duas aeronaves especializadas.
Dois casos já foram confirmados como hantavírus pela Secretaria de Saúde local. Um terceiro passageiro continua internado em terapia intensiva em hospital na África do Sul. A OMS acompanha a investigação dos casos.
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