- O MV Hondius, cruzeiro de luxo, ficou parado perto de Cabo Verde com cerca de 150 pessoas de 23 países a bordo.
- Dois casos de hantavírus foram confirmados e outros cinco são suspeitos; a doença é rara e grave, geralmente transmitida por roedores.
- Três passageiros morreram e outros estão doentes ou apresentando sintomas; o navio partiu de Ushuaia, na Argentina, no dia 1 de abril.
- A Organização Mundial da Saúde informou que o hantavírus pode ter se espalhado entre os ocupantes; autoridades trabalham para testar amostras.
- Cabo Verde negou a liberação para atracar em território nacional; a Espanha avaliou a possibilidade de atracar nas Canárias, mas ainda não há confirmação de desembarque.
O MV Hondius, luxuoso navio de cruzeiro, permanece ancorado perto de Cabo Verde, após 150 pessoas de 23 nacionalidades ficarem presas no mar. A embarcação saiu de Ushuaia, na Argentina, em 1º de abril, com destino a ilhas remotas do Atlântico.
Foram identificados dois casos confirmados e cinco suspeitos de hantavírus a bordo. Três passageiros morreram, e outros apresentam doenças ou sintomas. A Organização Mundial da Saúde avalia que o vírus pode ter se espalhado entre os ocupantes.
A tripulação trabalha para encontrar um porto seguro, já que autoridades de Cabo Verde recusaram liberação de atracação. A OMS aponta possibilidade de atracágio nas Canárias, embora o governo espanhol ainda não tenha confirmado pedido formal.
Até agora, um homem holandês morreu em 11 de abril, com o corpo removido em St Helena; a esposa, evacuada para a África do Sul, morreu em um hospital de Joanesburgo. Identificação de hantavírus foi confirmada pela OMS na mulher, de 69 anos.
A bordo, dois membros de tripulação apresentam sintomas respiratórios agudos, com necessidade de atendimento médico. Em donné, o navio permanece sem data definida para atracação ou retorno.
Autoridades britânicas, argentinas e espanholas monitoram a situação, com ações para avaliação de risco, monitoramento médico e eventual descontaminação. O navio está próximo de Cabo Verde até que haja uma decisão de atracação.
A princípio, a situação exige vigilância constante e coordenação entre autoridades internacionais. O canal de comunicação com os passageiros permanece ativo, com relatos de incerteza sobre o retorno ao lar.
Este texto integra informações apuradas até o momento e inclui informações adicionais de Ed Habershon.
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