- O Pentágono liberou 161 documentos sobre objetos voadores não identificados, de décadas diferentes, a pedido do presidente Donald Trump.
- Entre os relatos, há transcripts de missões Apollo 11, 12 e 17 com avistamentos e luzes inexplicadas; astronautas como Buzz Aldrin, Alan Bean e Jack Schmitt descrevem fenômenos.
- Há também relatos de civis, incluindo uma entrevista de 1957, sobre objetos flutuantes que aparecem a partir de luz intensa.
- Vídeos militares de 2022, feitos no Oriente Médio (Iraque, Síria e Emirados Árabes Unidos), mostram fenômenos anômalos não resolvidos.
- Parlamentares dizem que é um começo positivo, porém pedem mais transparência; a discussão pública sobre o tema ganhou fôlego nos últimos anos.
O Departamento de Defesa dos EUA divulgou 161 documentos inéditos sobre objetos voadores não identificados (UFOs) e fenômenos anômalos não identificados (UAP). A liberação ocorreu nesta sexta-feira, a mando do ex-presidente Donald Trump, que havia anunciado a divulgação por considerar o interesse público relevante.
Os arquivos trazem transcrições de missões da era Apollo, relatos de astronautas que estiveram na Lua e descrições de avistamentos feitos por civis. Também aparecem registros de pessoas que afirmam ter visto objetos de origem extraterrestre, além de arquivos de 1957 a 2023 com relatos diversos.
Transcrições da era Apollo
Os documentos incluem transcrições de Apollo 11, 12 e 17. Astronautas relatam fenômenos luminosos e objetos não identificados durante as missões. Em entrevistas de 1969 e 1972, eles descrevem luzes, partículas no espaço e objetos que poderiam ser reflexos ou partículas de gelo.
Relatos de observação de UAP
Entre as ocorrências, há depoimentos de civis que relatam objetos esféricos ou em forma de disco emergindo de luz intensa. Registros comoventes de décadas mostram relatos de avistamentos próximos à superfície terrestre.
Registros de ações militares no Oriente Médio
Vídeos de 2022, feitos por militares norte-americanos no Iraque, na Síria e nos Emirados Árabes Unidos, aparecem entre os materiais. As imagens descrevem fenômenos não resolvidos, com notas sugerindo a possibilidade de objetos que não conseguiram ser identificados.
Reações de legisladores
Alguns congressistas apoiam maior transparência sobre o tema. Um representante republicano, Tim Burchett, disse considerar a divulgação um passo inicial positivo. A colega Anna Paulina Luna também saudou a liberação como avanço.
Outra figura pública, Marjorie Taylor Greene, criticou a divulgação, afirmando que a discussão desvia de questões econômicas e conflitos internacionais. As declarações refletem divergências sobre a importância do tema.
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