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Palácio real de 1500 anos no topo de coluna de rocha vulcânica de 200 m

Fortaleza de Sigiriya, no Sri Lanka, ergue-se a mais de duzentos metros no topo de rocha vulcânica, destacando engenharia hidráulica e jardins suspensos

O grandioso palácio real construído há 1500 anos no topo exato de uma coluna de rocha vulcânica de 200 metros de altura
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  • A fortaleza de Sigiriya fica a mais de duzentos metros de altura, no centro do Sri Lanka, e foi construída no século V por Kashyapa para ser uma capital impenetrável.
  • O palácio está sobre a rocha vulcânica, com terraços em degraus, galerias de acesso protegidas, portão em leão e fundações de tijolo com argamassa de calcário.
  • O sistema hidráulico inclui cisternas no topo, condutos subterrâneos e aquedutos de pedra, permitindo irrigação e piscinas mantidas pela gravidade.
  • Nos afrescos das encostas ocidentais aparecem mulheres com joias, retratadas como figuras mitológicas ou concubinas da corte; pigmentos minerais resistiram à erosão.
  • Há inscrições gravadas na parede espelhada, registrando turismo histórico e documentos poéticos da época, segundo estudos do World Monuments Fund.

Opalácio fortificado de Sigiriya ergue-se a mais de 200 metros de altura, no topo de uma rocha vulcânica no coração do Sri Lanka. A obra milenar chama a atenção pela engenharia hidráulica e pela arquitetura que enfrentam a gravidade com precisão.

A fortaleza foi mandada construir no século V pelo monarca Kashyapa, que a criou como capital impenetrável e símbolo de poder dinástico. A rocha dominante controla a paisagem circundante e sustenta o complexo palaciano elevado.

Para viabilizar a construção, os engenheiros da época desenvolveram técnicas de sustentação e logística complexas. Entre os elementos estão terraços esculpidos na rocha, galerias protegidas, portão com leão, fundações de tijolo com argamassa de calcário e rotas de fuga integradas aos declives.

Engenharia hidráulica e jardins

Jardins aquáticos instalados em plataformas elevadas demonstram domínio técnico. Piscinas e fontes funcionam com um sistema de gravidade conectado a cisternas profundas, preservando o abastecimento hídrico do conjunto.

Canais de drenagem captam água das chuvas sazonais para irrigar jardins internos. Estruturas hídricas incluem cisternas de armazenamento, condutos subterrâneos e aquedutos de pedra que asseguram a distribuição constante da água.

Afrescos, inscrições e documentação

As encostas ocidentais exibem afrescos com figuras femininas adornadas e painéis que retratam elementos mitológicos ou integrantes da corte. Pesquisas apoiadas pelo World Monuments Fund apontam pigmentos minerais resistentes à erosão.

A parede espelhada abriga inscrições gravadas por viajantes ao longo de séculos, servindo como uma das primeiras testemunhas documentais do turismo histórico na Sigiriya e região.

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