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Astronauta da Apollo relata flashes saindo da Lua em arquivos sobre OVNIs

Arquivos oficiais revelam avistamentos de UAP por astronautas da Apollo na Lua, com luzes intensas e objetos físicos no vácuo lunar

À esquerda imagem capturada pela Artemis II durante missão no espaço. À direita foto tirada por astronauta da Apollo 12 na Lua em 1969 mostra fenômeno não identificado, aumentado com edição posterior, visto pela tripulação
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  • Astronautas das missões Apollo 12 e Apollo 17 relatam avistamentos de Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP) durante a exploração da Lua.
  • Alan Bean, da Apollo 12, descreveu flashes de luz e partículas que pareciam navegar pelo espaço e “escapar da Lua”.
  • Na Apollo 17, Ronald Evans falou de partículas ou fragmentos muito brilhantes que flutuavam e giravam ao redor da nave; Jack Schmitt comparou o brilho a fogos de artifício.
  • Eugene Cernan afirmou ter visto rastros luminosos e uma luz forte piscando, com registros que sugerem objetos físicos reais no vácuo lunar.
  • Os Arquivos foram liberados pelo Departamento de Guerra, que diz tratar de casos não resolvidos e incentiva análises externas para tentar entender o que foi visto.

Recentemente, documentos oficiais dos Estados Unidos vieram à tona, trazendo relatos de astronautas das missões Apollo 12 e Apollo 17 sobre fenômenos não identificados na Lua. Os registros descrevem observações marcantes de luzes e objetos no espaço.

Entre os protagonistas, destaca-se Alan Bean, da Apollo 12, que viu partículas e flashes parecidos com navegação no espaço e até algo insinuando saída da órbita lunar. A Apollo 17 trouxe relatos de Ronald Evans e Jack Schmitt sobre brilhos e movimentos ao redor da nave.

Durante a Apollo 17, Evans descreveu partículas brilhantes que flutuavam e giravam próximas à cápsula, enquanto Schmitt comparou o brilho a fogos de artifício. O comandante Eugene Cernan também registrou rastros luminosos em momentos de vigília na Lua.

Arquivos divulgados e o contexto

Os documentos, liberados via portal oficial vinculado ao Departamento de Guerra, tratam de casos não resolvidos. O governo afirma que a natureza exata dos fenômenos ainda não foi determinada pela análise disponível.

A nota oficial ressalta que as informações podem ser avaliadas por especialistas do setor privado, buscando contribuir para a compreensão das observações feitas pelos astronautas durante as missões históricas.

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