- Vinte estudantes com melhor desempenho na 22ª Olimpíada Brasileira de Biologia vão passar por capacitação prática e teórica no Instituto Butantan.
- Os 20 premiados foram anunciados nesta segunda-feira, 11, entre quase 194 mil inscritos na competição.
- Do grupo, oito serão selecionados para competições internacionais: os quatro primeiros vão à 37ª Olimpíada Internacional de Biologia, na Lituânia, em julho; os classificados entre 5º e 8º, vão à 19ª Olimpíada Iberoamericana de Biologia, no Brasil, entre 30 de agosto e 5 de setembro, no Butantan.
- O Instituto Butantan sediará a 19ª Olimpíada Iberoamericana de Biologia e disputa sediar a Olimpíada Internacional de Biologia em 2030, com participação de oitenta países.
- A capacitação envolve aulas práticas e teóricas, com atividades em laboratórios, debates científicos e experiências em diferentes áreas da biologia.
O Instituto Butantan escolheu 20 estudantes com melhor desempenho na 22ª Olimpíada Brasileira de Biologia para capacitação prática e teórica com pesquisadores da instituição. A ação visa prepará-los para as olimpíadas internacionais de biologia.
A lista de premiados foi anunciada nesta segunda-feira (11). A OBB registrou cerca de 194 mil inscritos. A competição é organizada pelo Butantan em parceria com outras instituições.
Os selecionados terão aulas práticas e teóricas, com atividades em laboratórios, discussões científicas e experiências em várias áreas da biologia.
Projeções para as competições internacionais
Durante o evento, o Butantan informou que sediará a 19ª Olimpíada Iberoamericana de Biologia. O Brasil também está na disputa para sediar, em 2030, a Olimpíada Internacional de Biologia, que envolve 80 países.
Dos 20 estudantes capacitados, oito serão escolhidos para representar o Brasil em competições internacionais. Os quatro primeiros disputarão a 37ª Olimpíada Internacional de Biologia, em julho, na Lituânia. Entre 5º e 8º lugar, vão para a 19ª OIAB, de 30 de agosto a 5 de setembro, no Brasil, no próprio Instituto Butantan.
“Nós enxergamos a educação científica como uma forma de incentivar o raciocínio lógico e o pensamento crítico. O conhecimento é libertador, e sem liberdade não se faz ciência de qualidade”, afirma Sonia Andrade Chudzinski, coordenadora da OBB e pesquisadora do Instituto Butantan.
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