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Mulheres são presas com R$ 100 mil em canetas emagrecedoras clandestinas

Polícia prende duas mulheres em Novo Hamburgo com 90 frascos de tirzepatida clandestina, avaliados em mais de R$ 100 mil, sem controle sanitário, contrabando suspeito

Foto: Polícia Civil RS / Porto Alegre 24 horas
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  • Em Novo Hamburgo, na rodoviária, duas mulheres foram presas em flagrante na manhã de quinta-feira (14) pela Polícia Civil.
  • As suspeitas, de 62 e 53 anos, chegaram de ônibus de Foz do Iguaçu, vindo do Paraguai, com medicamentos conhecidos como “Mounjaro clandestino” para emagrecimento e diabetes.
  • Foram apreendidos 83 frascos de tirzepatida de 15 mg/ml e outros sete frascos de 12,5 mg/ml, avaliados em mais de R$ 100 mil.
  • Os produtos eram comercializados sem controle sanitário ou garantia de procedência, e a polícia aponta venda a clientes sem supervisão médica.
  • As investigadas podem responder por contrabando e crimes contra a saúde pública, com penas que podem ultrapassar 15 anos; as apurações devem seguir para identificar outros envolvidos.

Duas mulheres foram presas em flagrante na manhã desta quinta-feira (14) na rodoviária de Novo Hamburgo. A Polícia Civil do Rio Grande do Sul identificou as suspeitas como uma comerciante de 62 anos e uma mulher de 53. Elas chegaram de ônibus de Foz do Iguaçu, via fronteira com o Paraguai. A operação apurava esquema de importação de medicamentos para emagrecimento.

Segundo a investigação, os remédios eram trazidos do Paraguai e estavam escondidos sob as roupas das suspeitas. A ação ocorreu durante a abordagem, quando as substâncias foram localizadas pelos agentes.

Ao todo, foram apreendidos 83 frascos de tirzepatida de 15 mg/ml e mais sete frascos de 12,5 mg/ml. O valor estimado dos itens supera R$ 100 mil.

Apreensão e investigações

A Polícia Civil informou que os produtos eram comercializados sem controle sanitário ou garantia de procedência. A suspeita é de venda clandestina e aplicação sem supervisão médica adequada.

As investigadas podem responder por contrabando e delitos contra a saúde pública. As penas podem somar mais de 15 anos de prisão em caso de condenação.

A investigação continua para identificar outros envolvidos no esquema de comercialização dos medicamentos. A operação foi conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, sob coordenação do delegado Tarcísio Kaltbach.

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