- Em dois mil e vinte e cinco, o Brasil registrou duzentos? [Oops, fix] Em dois mil e vinte e cinco, o Brasil registrou setecentos e cinquenta e três bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, impulsionadas por golpes sofisticados e produção em massa de vírus.
- Segundo o CEO da Elytron Cybersecurity, João Brasio, a inteligência artificial permite que poucos criminosos realizem centenas de milhares de ataques simultâneos, sem ampliar recursos humanos.
- O uso generalizado da IA criou um falso senso de segurança, levando a adoção crescente por pessoas e empresas.
- Brasio compara o ambiente tecnológico a um condomínio, ressaltando a importância de planejamento de segurança para evitar abrir brechas.
- Ele elogia a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) como bússola para orientar o caminho, mas afirma que a lei sozinha não resolve e demanda maturidade no setor privado e público.
Em 2025, o Brasil registrou 753 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, impulsionados pelo avanço da inteligência artificial. Golpes sofisticados e a produção em escala de vírus tornaram-se mais acessíveis, elevando o nível de ameaça no ambiente digital.
Segundo o CEO da Elytron Cybersecurity, João Brasio, a IA permite que um pequeno grupo de criminosos realize centenas de milhares de ataques simultaneamente, sem ampliar os recursos humanos. A dinâmica coloca o esforço de combate em constante evolução.
A percepção de segurança promovida pela tecnologia Gerou adoção ampla por usuários e empresas. Especialistas destacam que, sem planejamento adequado, a proteção de sistemas pode ficar comprometedora, facilitando ações criminosas.
A GNPD, ou Lei Geral de Proteção de Dados, é reconhecida como um pilar de orientação para melhorar a segurança no ambiente virtual. Mesmo assim, o especialista ressalta que a lei funciona mais como bússola do que solução prática, exigindo maturidade tanto do setor privado quanto do público.
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