- Nesta sexta-feira, 22, aconteceu a inauguração da Kusuma Neolithic Hall em Stonehenge, Inglaterra, a primeira construção em escala real que recria um salão comunitário de 4.500 anos.
- A réplica foi baseada em escavações do sítio de Durrington Walls, usando as mesmas técnicas e materiais históricos para chegar a uma reprodução fiel.
- Cerca de cem voluntários participaram da obra, recebendo orientação de arqueólogos para replicar ferramentas e métodos da época.
- O projeto, liderado por Luke Winter, custou R$ 7 milhões e contou com financiamento da Kusuma Trust, levando quase um ano desde o início até a conclusão.
- De abertura até o fim de agosto, o local ficará aberto ao público mediante agendamento, com vídeo divulgando o que os visitantes encontrarão.
A Inglaterra recebeu nesta sexta-feira, 22, a inauguração da Kusuma Neolithic Hall em Stonehenge, uma réplica de um salão comunitário de 4.500 anos. A construção foi realizada com técnicas e materiais usados na época, baseada em escavações de Durrington Walls.
A obra é a primeira de seu gênero em escala real, com sete metros de altura. A equipe utilizou métodos de arqueologia experimental para reproduzir ferramentas, tábuas e encaixes, buscando fiel reprodução do original.
Liderada pelo arqueólogo Luke Winter, a iniciativa reuniu cerca de 100 voluntários. Antes de trabalhar, receberam orientações de arqueólogos para manter a fidelidade histórica das técnicas manuais empregadas.
Foi investido o equivalente a 7 milhões de reais, financiados pela Kusuma Trust, fundação beneficente responsável pelo projeto. O tempo de construção foi de quase um ano, envolvendo pesquisa, fabricação de ferramentas de pedra e montagem.
A partir da inauguração e até o final de agosto, o espaço ficará aberto ao público mediante agendamento. Organizadores divulgaram um vídeo que mostra o que os visitantes poderão ver na réplica.
Detalhes da obra
- A Kusuma Neolithic Hall replica um salão comunitário antigo, baseado em achados de Durrington Walls.
- A estrutura visa retratar a vida social e as técnicas de construção dos neolíticos da região.
Acesso ao público
- Visitas acontecerão até o fim de agosto, com agendamento prévio.
- A publicação de materiais de divulgação ajuda a contextualizar a visita para os interessados.
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