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Escoliose em crianças e adolescentes: sinais precoces e impactos na saúde

Durante o Junho Verde, especialistas enfatizam o diagnóstico precoce da escoliose em crianças e adolescentes para evitar progressão e impactos na mobilidade

Escoliose pode evoluir de forma silenciosa e exige atenção aos sinais durante o crescimento
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  • A campanha Junho Verde reforça a importância do diagnóstico precoce em crianças e adolescentes.
  • A Organização Mundial da Saúde aponta que a escoliose afeta entre dois e quatro por cento da população mundial; no Brasil, estima-se que mais de seis milhões vivam com a doença.
  • Sinais incluem ombros em alturas diferentes, quadril desalinhado, inclinação do tronco, diferença na altura das escápulas e roupas que parecem tortas no corpo.
  • Existem diferentes tipos: escoliose idiopática do adolescente, congênita, neuromuscular, degenerativa e pós-traumática.
  • O tratamento pode envolver fisioterapia, uso de colete ortopédico ou cirurgia, indicada principalmente quando a curvatura atinge quarenta a quarenta e cinco graus.

Durante o Junho Verde, campanha de conscientização sobre a escoliose, especialistas destacam a importância do diagnóstico precoce em crianças e adolescentes. Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que a condição afeta entre 2% e 4% da população mundial, com mais de 6 milhões de brasileiros estimados a viver com a doença.

Mudanças discretas na postura na infância nem sempre são apenas hábitos de crescimento. Assimetrias nos ombros, quadris ou tronco podem indicar escoliose, que altera a curvatura da coluna e, se não identificada precocemente, pode evoluir ao longo dos anos.

Sinais da escoliose

Entre os alertas estão ombros em alturas diferentes, quadril desalinhado, inclinação do tronco para um lado e diferenças na altura das escápulas. Roupas que parecem tortas no corpo também podem indicar a presença do problema.

Tipos de escoliose

A principal forma é a Escoliose Idiopática do Adolescente (EIA), que surge sem causa definida durante o crescimento. Outras causas incluem congênita, neuromuscular, degenerativa e pós-traumática. No adulto, a forma degenerativa pode causar dor lombar ou torácica.

Tratamento e manejo

A avaliação médica inicial pode indicar apenas acompanhamento ou a necessidade de fisioterapia. Em casos mais graves, pode ser necessária a utilização de colete ortopédico ou cirurgia, geralmente indicada quando a curvatura atinge 40 a 45 graus e há risco de progressão.

Diagnóstico precoce e impactos

O diagnóstico precoce aumenta as chances de controle da evolução com abordagens menos invasivas. A escoliose pode afetar autoestima, mobilidade e qualidade de vida, além de potencialmente comprometer a função respiratória em casos severos.

Intervenção e orientação

Especialistas ressaltam a importância de observar alterações persistentes na postura da criança ou do adolescente. Procurar avaliação médica diante de dúvidas é uma atitude simples que pode alterar o curso da doença, evitando impactos maiores no futuro.

Fonte: Portal EdiCase, com dados da Organização Mundial da Saúde e profissionais da área médica.

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