Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Anvisa aprova terapia inovadora para Parkinson em estágio avançado

Anvisa aprova terapia por infusão subcutânea de foslevodopa/foscarbidopa para Parkinson avançado, oferecendo liberação estável e maior qualidade de vida

Marcelo Valadares, responsável pela área de Neurocirurgia Funcional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), comenta a aprovação da Anvisa para o tratamento de Parkinson - (crédito: Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Anvisa aprovou o registro do medicamento foslevodopa/foscarbidopa hidratada para Parkinson em estágio avançado, indicado a pacientes com flutuações motoras graves que não respondem bem aos tratamentos atuais.
  • A terapia é administrada por infusão subcutânea contínua por 24 horas, oferecendo liberação mais estável da medicação.
  • Internacionalmente já é utilizada em países como Estados Unidos e Canadá, e a entrada no Brasil amplia as opções de manejo clínico para a doença.
  • A levodopa oral permanece como tratamento padrão, mas a progressão da doença pode exigir ajustes de dose e, em alguns casos, terapias adicionais, como a estimulação cerebral profunda (DBS).
  • Médicos ressaltam que a aprovação representa avanço que pode preservar autonomia e qualidade de vida, destacando a necessidade de equilíbrio entre acesso e segurança.

A Anvisa aprovou o registro do medicamento foslevodopa/foscarbidopa hidratada para o tratamento da doença de Parkinson em estágio avançado. A terapia é indicada para pacientes com flutuações motoras graves que não respondem bem aos tratamentos disponíveis.

O fármaco é administrado por infusão subcutânea contínua ao longo de 24 horas, proporcionando liberação estável da medicação e redução das oscilações de efeito que costumam ocorrer com a levodopa por vias convencionais. A aprovação representa um avanço no manejo clínico.

A doença de Parkinson é neurodegenerativa e afeta neurônios produtores de dopamina na substância negra. A deficiência desse neurotransmissor compromete o controle motor, levando a tremores, rigidez e instabilidade postural.

Pacientes com Parkinson avançado costumam alternar entre períodos de bom controle e perda do efeito das medicações, o que dificulta a qualidade de vida. Em muitos casos, terapias adicionais são consideradas para manter a estabilidade.

No exterior, a terapia já era utilizada em países como Estados Unidos e Canadá. A chegada ao Brasil amplia as opções terapêuticas disponíveis para médicos e pacientes com formas avançadas da doença.

Para especialistas, a nova opção pode ampliar a personalização do tratamento. A terapia oferece uma alternativa relevante para casos que não respondem bem a outras estratégias, mantendo o foco na segurança do paciente.

O tratamento permanece em linha com o que já existe, como a estimulação cerebral profunda (DBS) para sintomas motores mais complexos. A Anvisa enfatiza a avaliação individual de cada caso antes da indicação.

Marcelo Valadares, neurocirurgião da Unicamp, destaca que a aprovação facilita o manejo clínico e a autonomia do paciente. Ele ressalta a importância de acesso rápido a inovações, sempre assegurando a segurança.

Em linhas gerais, a levodopa oral continua sendo o tratamento principal, mas a progressão da doença pode exigir ajustes de dose ou novas terapias. A foslevodopa/foscarbidopa hidratada entra como alternativa adicional para casos específicos.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais