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Polícia Militar encontra laboratório ilegal de canetas emagrecedoras em SP

Polícia encontra laboratório clandestino de canetas emagrecedoras em São Paulo; segurança de 25 anos é preso, com 718 ampolas e 180 caixas apreendidas

'Segurança' do local foi preso em flagrante
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  • A Polícia Militar encontrou um laboratório clandestino de manipulação de canetas emagrecedoras em um imóvel na Vila Prudente, zona Leste de são paulo, durante a madrugada de 1º.
  • Um homem de 25 anos, segurança do local, foi preso em flagrante na ação.
  • No quintal, os agentes localizaram uma estrutura usada para a fabricação clandestina de medicamentos.
  • Foram apreendidas 718 ampolas do princípio ativo para controle de peso, 180 caixas com a mesma substância, além de rótulos, equipamentos de manipulação e dois celulares.
  • O caso foi registrado no 42º distrito policial, Parque são lucas, como falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinados a fins terapêuticos ou medicinais; o suspeito permanece à disposição da justiça.

Na madrugada desta segunda-feira (1º), a Polícia Militar localizou um laboratório clandestino para manipulação de canetas emagrecedoras em um imóvel da Vila Prudente, zona Leste de São Paulo. A ação resultou na prisão em flagrante de um homem de 25 anos, que atuava como segurança do local.

Os agentes encontraram o portão da casa aberto durante patrulhamento e, após tentativas de contato sem sucesso, suspeitaram de furto ou arrombamento. No quintal, o suspeito mostrou nervosismo durante a abordagem, o que levou à vistoria do interior.

No interior, foi identificada uma estrutura utilizada para a fabricação de medicamentos sem fiscalização. Foram apreendidas 718 ampolas do princípio ativo utilizado para controle de peso, 180 caixas com a mesma substância, além de rótulos, equipamentos de manipulação e dois celulares.

Detalhes da operação

Segundo a PM, o homem afirmou ter sido contratado apenas para a segurança do imóvel e disse não conhecer os responsáveis pela produção. O caso está registrado no 42º DP, no Parque São Lucas, como falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

O preso permanece à disposição da Justiça, e a investigação continua para esclarecer a cadeia de produção e distribuição do material recolhido. Não houve informação sobre eventuais vítimas.

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