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Tan maxxing: tendência do bronzeado perfeito pode prejudicar a pele

Dermatologistas alertam que tan maxxing eleva riscos de danos cutâneos, câncer de pele e envelhecimento precoce

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  • Tan maxxing é uma trend que incentiva ficar mais tempo sob o sol para obter um bronzeado mais intenso, ganhando força nas redes sociais.
  • Derms dizem que bronzeado é resposta de defesa da pele aos danos da radiação ultravioleta e não representa saúde.
  • Exposição excessiva pode causar queimaduras, manchas, ressecamento, perda de elasticidade e danos ao DNA, aumentando o risco de lesões pré-cancerígenas e câncer de pele.
  • O bronzeado não é sinal de saúde; é consequência de agressão à pele, e o desgaste pode aparecer mais cedo.
  • Para se proteger: evitar horários de maior radiação (entre 10h e 16h), usar filtro solar de amplo espectro com FPS 30 ou mais, reaplicar a cada duas horas, e complementar com chapéu, óculos e roupas com proteção UV.

O tan maxxing virou tema de debate nas redes sociais ao incentivar um bronzeado cada vez mais intenso, geralmente obtido com longos períodos de exposição solar. Dermatologistas alertam para riscos reais à saúde da pele, questionando a ideia de um “bronzeado saudável”.

Segundo a dermatologista Andressa Vargas, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, não existe um bronzeado saudável. A pele reage ao dano da radiação ultravioleta, o que torna o bronzeado uma resposta de defesa do organismo.

O tan maxxing ganhou força entre quem busca o tom mais intenso possível, estimulando maior tempo sob o sol para alcançar pele mais dourada. A prática aumenta a probabilidade de exposição exagerada e efeitos adversos.

Riscos associados à prática

A exposição prolongada ao sol provoca danos cumulativos e permanentes. Queimaduras, manchas, ressecamento e perda de elasticidade são comuns em quem se expõe sem proteção adequada.

A radiação ultravioleta pode afetar o DNA das células da pele. Com o tempo, o risco de lesões pré-cancerígenas e de câncer de pele aumenta, conforme avaliação da especialista.

O envelhecimento precoce também é destacado: rugas, flacidez e alterações de pigmentação podem aparecer mais cedo em quem não protege a pele.

Como se proteger

Para curtir o sol com menos risco, a proteção deve vir em primeiro lugar. Evite horários de maior radiação, entre 10h e 16h, e aplique filtro solar de amplo espectro com FPS 30 ou mais.

Replique o filtro a cada duas horas, use chapéu, óculos de proteção e roupas com proteção UV para reduzir a exposição. A combinação de medidas contribui para reduzir danos.

Bronzeado não equivale a saúde. A tendência pode trazer desgaste cutâneo significativo, com impactos que vão além da aparência. A prioridade permanece a prevenção e o cuidado com a pele.

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