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Arara, bugio e outros animais resgatados de cativeiro irregular em Porto Alegre

Sete animais silvestres são resgatados de cativeiro irregular em Lomba do Pinheiro; há indícios de maus-tratos e eles passam por avaliação veterinária

Batalhão Ambiental da BM / Porto Alegre 24 horas
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  • Em Porto Alegre, sete animais silvestres foram resgatados de cativeiro irregular no bairro Lomba do Pinheiro, após denúncia.
  • A operação, realizada na manhã de segunda-feira, contou com a Brigada Militar e a Divisão de Fauna da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
  • Os animais encontrados foram: sagui-de-tufo-preto, bugio-ruivo, caturrita, tucano-de-bico-verde, arara-canindé e dois faisões-dourados.
  • A arara-canindé e o bugio-ruivo apresentavam indícios de maus-tratos por condições de confinamento inadequadas.
  • Mesmo sem prisões, foi lavrado termo circunstanciado por crimes ambientais; os animais ficam sob responsabilidade dos órgãos ambientais para avaliação veterinária, recuperação e eventual reintegração à natureza.

Uma ação conjunta realizada na manhã desta segunda-feira (1º) resgatou sete animais silvestres mantidos em cativeiro irregular no bairro Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre. A operação partiu de uma denúncia e contou com a Brigada Militar e a Divisão de Fauna da Sema.

Durante a fiscalização, os agentes localizaram um sagui-de-tufo-preto, um bugio-ruivo, uma caturrita, um tucano-de-bico-verde, uma arara-canindé e dois faisões-dourados. Os animais estavam sem autorização dos órgãos competentes.

Conforme os fiscais, a arara-canindé e o bugio-ruivo apresentavam indícios de maus-tratos devido às condições inadequadas de confinamento. Medidas de proteção foram adotadas para o bem-estar dos animais.

Apreensão e encaminhamento

Ninguém foi preso durante a ação. Foi confeccionado um termo circunstanciado por crimes ambientais, que será encaminhado aos procedimentos legais cabíveis.

Os animais apreendidos ficam sob responsabilidade dos órgãos ambientais. Eles passarão por avaliação veterinária e por etapas de recuperação, com o objetivo de viabilizar a reabilitação e a reintegração à natureza, quando possível.

As autoridades reiteram que manter animais silvestres em cativeiro sem autorização configura crime ambiental, sujeito a sanções administrativas e penais.

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