- A Anvisa determinou o recolhimento voluntário de um lote da água mineral Crystal de 500 ml após a detecção da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto. A medida também suspende a comercialização, distribuição e uso das unidades.
- O lote afetado é LZ1 VAL200127 3 P 200126, da Mineração Bom Jesus Ltda., em Luziânia (GO), com 374,4 mil garrafas produzidas em 20 de janeiro de 2026 e validade até 20 de janeiro de 2027.
- Distribuição do lote: DF (230.443 garrafas), Goiás (66.768), interior de São Paulo (75.750) e Tocantins (1.439). Até o momento, não há registros de reclamações formais dos consumidores.
- A investigação começou com amostra coletada pela Divisa-DF e confirmada pelo Lacen-DF, resultando no Laudo de Análise Fiscal Definitivo nº 76.CP.0/2026. O caso foi encaminhado à Anvisa, que acionou o recolhimento.
- Orientação: consumidores que possuírem unidades do lote LZ1 VAL200127 devem não consumir o produto e aguardar instruções de devolução e reembolso pela fabricante, que informou ter iniciado o recolhimento e que cerca de 99,2% das unidades já não estão mais disponíveis para venda.
A Anvisa determinou o recolhimento voluntário de um lote da água mineral Crystal após a identificação de Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto. A medida também suspende a comercialização, distribuição e uso das unidades afetadas.
O lote envolvido é LZ1 VAL200127 3 P 200126, fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda. em Luziânia (GO). São 374,4 mil garrafas de 500 ml produzidas em 20 de janeiro de 2026, com validade até 20 de janeiro de 2027.
As garrafas foram distribuídas principalmente no Distrito Federal, com 230.443 unidades. Outros destinos incluem Goiás (66.768), interior de São Paulo (75.750) e Tocantins (1.439). A fabricante afirma não haver registros de reclamações até o momento.
Recolhimento e atuação regulatória
A identificação da bactéria ocorreu após coleta de rotina realizada pela Divisa-DF. O Lacen-DF confirmou o resultado por contraprova, resultando no Laudo de Análise Fiscal Definitivo nº 76.CP.0/2026 e na interdição do lote.
A resolução oficializou o recolhimento por meio da Resolução-RE nº 2.247/2026, publicada no Diário Oficial da União. A Anvisa aponta que o produto não atende aos padrões microbiológicos de alimentos e águas envasadas e motivou as medidas preventivas.
Distribuição, devolução e conduta da fabricante
A Anvisa orienta consumidores a checarem o rótulo do lote LZ1 VAL200127. Quem possuir o produto não deve consumi-lo e deve aguardar orientações de devolução e reembolso pela fabricante. A Mineração Bom Jesus informou ter iniciado o recolhimento com distribuidores e estimou que cerca de 99,2% das unidades já deixaram o varejo.
A empresa informou à agência que realizou investigação interna sobre as causas e apresentou documentação para avaliação. Além disso, participou de reuniões com representantes da Anvisa e coopera com as autoridades sanitárias durante as apurações.
Estado atual da investigação
Segundo a Anvisa, as informações disponíveis indicam que o problema está restrito ao lote em recolhimento. A investigação continua em curso, com acompanhamento dos órgãos de vigilância sanitária envolvidos e da própria agência reguladora.
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