- o teste do pezinho completou 50 anos no Brasil, funcionando como ferramenta de diagnóstico precoce de doenças genéticas, metabólicas e raras.
- o exame é obrigatório para todos os recém-nascidos e deve ser feito entre o terceiro e o quinto dia de vida.
- a coleta de sangue no calcanhar permite identificar várias doenças que, quando detectadas cedo, elevam as chances de tratamento e de qualidade de vida.
- em cinco anos, lei federal ampliou o rastreio de seis para cinquenta doenças; Minas Gerais e o Distrito Federal já rastreiam mais de sessenta condições, o Rio de Janeiro chega a até cinquenta e quatro.
- o Ministério da Saúde aponta que cerca de dois milhões e setecentos mil bebês são submetidos ao teste do pezinho anualmente no Brasil.
O teste do pezinho completa 50 anos no Brasil como ferramenta essencial para o diagnóstico precoce de doenças genéticas, metabólicas e raras. Obrigatório para todos os recém-nascidos, o exame ocorre entre o terceiro e o quinto dia de vida e facilita tratamento rápido.
A coleta é feita no calcanhar do bebê e enviada a laboratórios especializados. A partir da amostra, o sistema de saúde identifica diversas enfermidades que, detectadas cedo, reduzem impactos graves e elevam a qualidade de vida.
Em média, cerca de 2,7 milhões de recém-nascidos realizam o teste anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde. A ampliação do rastreio ocorreu há cinco anos, com a ampliação de seis para 50 doenças no âmbito da rede pública.
Minas Gerais e o Distrito Federal já rastreiam mais de 60 doenças, enquanto o Rio de Janeiro chega a 54. A variação entre estados reflete diferenças na oferta e na infraestrutura de laboratórios credenciados.
O diagnóstico oportuno, como no caso de Guilherme, permite iniciar tratamentos precoces, muitas vezes com dietas ou terapias específicas. Dados do setor mostram que o avanço do rastreio eleva a sobrevida e reduz sequelas a longo prazo.
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