- Lisa Fasone, 32 anos, enfrentou meses sem engravidar, produção de leite persistente, tonturas e cansaço; diagnostico revelou prolactinoma, tumor benigno na hipófise.
- Tratamento inicial com medicamentos não teve sucesso; o tumor seguiu crescendo e atrapalhando a gravidez.
- Em abril de dois mil e vinte e cinco, ela fez cirurgia cerebral minimamente invasiva para remover o tumor, com recuperação rápida e prolactina normalizada.
- Cerca de um mês após a cirurgia, a menstruação voltou; em junho de dois mil e vinte e cinco, ela ficou novamente grávida e a segunda filha, Natalie, nasceu em onze de fevereiro de dois mil e vinte e seis, pesando 3,4 quilos.
- Hoje, Lisa retomou a vida profissional, concluiu o doutorado e incentiva a buscar atendimento médico ao notar sinais similares, defendendo a saúde.
Lisa Fasone, 32, de McHenry, Illinois, enfrentou quase dois anos de luta para ter outro filho. Meses de tentativas sem sucesso dobraram a esperança, enquanto sinais como produção de leite excessiva, ausência de menstruação e tonturas avançavam.
Exames revelaram um tumor benigno na hipófise, conhecido como prolactinoma, que elevava o hormônio responsável pela lactação. O diagnóstico foi feito após o leite não planejado permanecer mesmo após a interrupção da amamentação.
Os médicos indicaram tratamento inicial com medicamentos para reduzir a prolactina, mas os resultados foram insatisfatórios. Lisa relatou que a medicação causava tonturas intensas e não freava o crescimento do tumor.
Diagnóstico e tratamento
Em uma segunda avaliação, a equipe médica informou que a melhor chance de recuperar a fertilidade seria a remoção do tumor por cirurgia. A decisão ficou clara após a orientação do neurocirurgião Stephen Magill, da Northwestern Medicine.
Em abril de 2025, Lisa passou por uma cirurgia endoscópica transnasal com duração de cerca de três horas, realizada pelo neurocirurgião Magill e pelo otorrinolaringologista Kevin Welch. O objetivo foi reestudar a hipófise e eliminar o prolactinoma.
A intervenção teve sucesso: a remoção do tumor foi confirmada e os níveis de prolactina voltaram ao normal logo antes da alta hospitalar. Lisou permaneceu dois dias a mais para monitoramento, sem complicações.
Resultados e gravidez
A recuperação rápida permitiu o retorno da ovulação cerca de um mês após a cirurgia. Durante viagem aos EUA, Lisa menstruou novamente pela primeira vez desde a gravidez da filha mais velha.
Pouco tempo depois, em junho de 2025, a gestação foi recuperada. Em 11 de fevereiro de 2026, nasceu Natalie, a segunda filha do casal, pesando aproximadamente 3,4 kg.
Hoje Lisa trabalha novamente, já concluiu o doutorado e acompanha o crescimento das duas filhas. Ela ressalta a importância de buscar avaliação médica diante de sinais fora do comum e de não adiar o cuidado com a saúde. Fonte: People
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