- Estudos de psicologia do envelhecimento indicam que, aos setenta anos, a sensação de utilidade pode impactar o bem-estar quando os filhos crescem e passam a não precisar tanto.
- Vera Fischer, aos 74 anos, mora sozinha no bairro Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e mantém relação aparentemente saudável com os filhos Rafaela Fischer e Gabriel Camargo.
- A atriz já revelou que a filha mais velha a internou em uma clínica de reabilitação na Argentina.
- Ela também comenta a redução de oportunidades profissionais na televisão, associada ao etarismo.
- Pesquisadores ressaltam que, para a velhice, é essencial sentir que ainda se tem um papel relevante na vida das pessoas, além de receber afeto.
A psicologia do envelhecimento aponta um desafio atento para a terceira idade: o senso de utilidade. Em idosos, a sensação de ainda ter importância pode influenciar o bem‑estar e a longevidade. A discussão ganha destaque diante de casos públicos e de pesquisas.
Segundo estudos, não basta receber afeto: é preciso manter um papel relevante na vida das pessoas ao redor. A percepção de utilidade pode impactar emocionalmente e na saúde física, especialmente quando a vida familiar muda com o crescimento dos filhos.
No caso de Vera Fischer, atriz de 74 anos, a vida é marcada por independência. Ela mora sozinha no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, e mantém relação madura com os filhos Rafaela Fischer e Gabriel Camargo. Ainda assim, admite dilemas decorrentes da idade.
A artista já revelou internação de sua filha mais velha em clínica de reabilitação na Argentina, o que demonstra que a vida familiar continua a exigir apoio e dialogue aberto. Ao mesmo tempo, Vera aponta menor oferta de oportunidades na televisão, associada ao etarismo.
Especialistas destacam que a solidão na velhice pode ir além da falta de companhia. Pesquisas recentes reforçam que manter atividades, redes de apoio e um papel ativo ajudam a enfrentar o isolamento e fortalecem a qualidade de vida.
Em síntese, a relação entre envelhecimento, utilidade e bem‑estar é complexa. Estudos apontam que autonomia, participação social e vínculos familiares fortes são determinantes para a saúde mental na terceira idade.
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