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Feridas que não cicatrizam: saiba quando procurar orientação médica

Feridas que não cicatrizam indicam riscos maiores como diabetes e má circulação; diagnóstico médico é essencial para evitar complicações

Feridas que não cicatrizam podem ser um sinal de alerta para problemas de saúde mais sérios
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  • Feridas que não cicatrizam podem indicar problemas de saúde, como diabetes, má circulação e infecções.
  • A cicatrização lenta pode ter várias causas, incluindo diabetes, má circulação, infecções, traumas repetitivos e doenças que afetam o sistema imunológico.
  • Fatores externos também influenciam a recuperação, como medicamentos (corticóides e imunossupressores), tabagismo, álcool, má alimentação e desidratação.
  • Sinais de alerta: a ferida persiste por mais de duas semanas, aumenta a vermelhidão ou o calor, há pus, dor, mau cheiro ou sangramentos frequentes; procure atendimento se não houver cicatrização após sete a dez dias ou se houver febre.
  • O tratamento depende da causa e pode incluir curativos especiais, antibióticos, lasers, terapia com câmera hiperbárica ou desbridamento cirúrgico, sempre com acompanhamento multidisciplinar.

Feridas que não cicatrizam podem sinalizar problemas de saúde mais graves. Cortes e lesões costumam se fechar em dias ou semanas, mas quando a cicatrização demora ou não ocorre, é preciso buscar avaliação médica.

Causas mais comuns incluem diabetes, que prejudica a circulação e a regeneração da pele; má circulação, dificultando o transporte de oxigênio e nutrientes; e infecções que atrapalham o reparo tecidual.

Traumas repetitivos, fricções constantes e doenças que afetam o sistema imunológico também podem atrasar a recuperação. Além disso, fatores externos pesam na cicatrização, como uso de certos medicamentos.

A médica dermatologista Patrícia Mayumi Ogawa explica que problemas de circulação, principalmente nas pernas, podem gerar úlceras. O diabetes pode provocar feridas grandes, principalmente nos membros inferiores. Pessoas acamadas também ficam mais vulneráveis.

Fatores externos influenciam a cicatrização. Corticoides e imunossupressores podem retardar o processo, assim como tabagismo, álcool em excesso, má alimentação e desidratação. Dormir mal e estresse crônico também prejudicam a regeneração.

Sinais de que a ferida merece avaliação são: persistência por mais de duas semanas, vermelhidão aumentada, calor local, presença de pus, dor, mau cheiro ou sangramentos frequentes. Febre também pede cuidado médico.

O tratamento varia conforme a causa. Em alguns casos, requer curativos específicos, antibióticos ou procedimentos para estimular a regeneração. Existem opções como laser, terapia hiperbárica e, se necessário, desbridamento.

O acompanhamento costuma envolver equipe multidisciplinar para identificar a origem da cicatrização atrasada. A escolha do tratamento depende do tipo de ferida e das condições do paciente.

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