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Setor de estética não cirúrgica avança no Brasil

No Brasil, procura por tratamentos estéticos não invasivos sobe 390% em dois anos, impulsionada por tecnologia e protocolos personalizados

Imagem do Magnific/freepik / DINO
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  • O mercado global de tratamentos estéticos não invasivos passou de US$ 49,6 bilhões em 2022 para US$ 57,27 bilhões em 2023, com CAGR de 15,5%.
  • No Brasil, a busca por procedimentos estéticos não cirúrgicos cresceu 390% nos últimos dois anos, conforme dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo (via Ibramed).
  • A médica Camila Vincensi diz que os avanços vêm da integração entre tecnologia, ciência e protocolos personalizados, aumentando segurança e eficácia.
  • A dermatologia atual adota uma visão global da pele, combinando procedimentos estéticos, skincare e cuidados preventivos para resultados mais duradouros e recuperação mais rápida.
  • Entre as principais demandas estão envelhecimento, flacidez, manchas, acne e cicatrizes, além de celulite e gordura localizada; lasers, bioestimuladores e radiofrequência têm ganhado uso.

O mercado global de tratamentos estéticos não invasivos seguiu em expansão, passando de US$ 49,6 bilhões em 2022 para US$ 57,27 bilhões em 2023, com um CAGR de 15,5%, segundo a The Business Research Company. No Brasil, a procura por procedimentos não cirúrgicos subiu 390% nos últimos dois anos, conforme dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional São Paulo, divulgados pelo Ibramed.

A médica Camila Vincensi, de Porto Alegre (RS), destaca que a união entre ciência, tecnologia e protocolos personalizados está transformando a dermatologia estética. Ela afirma que é possível tratar não apenas a estética, mas também a saúde e a qualidade da pele, com maior segurança e eficácia.

Essa abordagem atual privilegia a visão global da pele, combinando procedimentos estéticos, cuidados com o skincare e medidas preventivas para resultados mais duradouros e recuperação mais rápida. A medicina regenerativa, aliada à tecnologia, tem ganhado espaço valorizando naturalidade.

Tecnologia e personalização impulsionam tratamentos

Equipamentos como lasers, ultrassom microfocado, radiofrequência e bioestimuladores permitem atuar em diferentes camadas da pele, conforme a necessidade do paciente. Segundo a profissional, há maior controle, menos tempo de recuperação e resultados mais naturais.

As técnicas oferecem alternativas para manchas, vasinhos, flacidez, cicatrizes e estímulo de colágeno, com foco em segurança e precisão. A combinação de tecnologias de forma personalizada potencializa os ganhos e respeita a individualidade de cada pessoa.

Principais demandas dos pacientes

Entre as queixas, envelhecimento da pele, flacidez, manchas, acne e cicatrizes aparecem com frequência. No corpo, celulite, gordura localizada, flacidez e estrias são os principais motivos de busca por tratamentos não invasivos.

Dra. Vincensi explica que muitos pacientes também buscam melhorar o contorno corporal e estimular o colágeno sem procedimentos invasivos. A oferta atual atende a essas demandas com opções menos invasivas e com recuperação mais rápida.

Dermatologia estética e impactos na autoestima

A médica ressalta que tratar incômodos como manchas, cicatrizes e flacidez costuma elevar a autoestima, a autoconfiança e, muitas vezes, a participação social e profissional. O objetivo não é a perfeição, mas promover pele mais saudável e bem cuidada.

Ela recomenda avaliação médica individualizada antes de qualquer tratamento, destacando que protocolos personalizados levam em consideração idade, genética, hábitos de vida e exposição solar. O foco é preservar traços naturais e a identidade do paciente, com resultados saudáveis a longo prazo.

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