- Em 2025, o Brasil registrou 72,5 mil acidentes de trânsito e cerca de seis mil mortes em rodovias federais, segundo a Polícia Rodoviária Federal.
- As principais causas apontadas são: falta de reação do condutor, reação tardia ou ineficiente e não observar a presença de outros veículos.
- Fabio Barbosa, diretor da GR Parceria, destaca que telemetria, videomonitoramento, inteligência artificial e rastreamento ajudam a identificar comportamentos de risco e atuar preventivamente.
- O monitoramento em tempo real reduz impactos financeiros, operacionais, humanos e reputacionais, incluindo custos judiciais, trabalhistas e indenizações.
- No futuro, a gestão de risco no transporte deve ficar mais preditiva e orientada por dados, com IA, automação e integração de dados para antecipar riscos antes de acidentes.
A tecnologia está sendo usada para reduzir acidentes na logística. Em 2025, o Brasil registrou 72,5 mil acidentes de trânsito e cerca de 6 mil mortes em rodovias federais, conforme análise da PRF. A informação reforça a busca por soluçõespreventivas no setor.
Segundo Fabio Barbosa, diretor da GR Parceria, telemetria, videomonitoramento, IA e rastreamento permitem identificar comportamentos de risco e agir antes que ocorram colisões. A empresa atua como braço operacional da Consultlog, em gestão de risco e monitoramento logístico.
A importância da prevenção também é destacada por Marcos Koch Ortiz, diretor da VIA GROUP, parceira da Consultlog. Ele aponta que velocidade excessiva, distração, fadiga, celular e condução agressiva são os principais gatilhos de acidentes logísticos.
Monitoramento em tempo real
Barbosa afirma que o monitoramento em tempo real é essencial para prevenir acidentes e acelerar decisões nas operações logísticas. A integração de telemetria, IA, videomonitoramento e rastreamento oferece visão rápida e completa da operação.
Para Ortiz, a combinação entre tecnologia, gestão operacional e desenvolvimento humano é crucial para reduzir acidentes e melhorar o comportamento dos motoristas. Ele ressalta a necessidade de uma cultura de condução mais segura.
Barbosa ainda aponta que o mercado caminha para operações cada vez mais preditivas, conectadas e orientadas por dados em tempo real. A atuação deixa de ser apenas reativa e passa a antecipar riscos antes de ocorrências.
Perspectivas e impactos
Os impactos para as empresas vão além de danos a veículos e cargas. Custos jurídicos, trabalhistas, aumento de seguro e queda no nível de serviço também aparecem como consequências, segundo o diretor da GR Parceria.
Barbosa reforça que o monitoramento contínuo reduz custos ocultos e contribui para a segurança operacional. A gestão integrada de dados permite decisões mais ágeis e eficazes em situações de risco.
Para mais informações, a GR Parceria disponibiliza o conteúdo em seu site oficial.
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