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Tarcísio diz ter confiança na vacina do Butantan contra a dengue

Governador Tarcísio reafirma confiança na vacina do Butantan contra dengue, mesmo com suspensão e investigação de 42 reações adversas e duas mortes suspeitas

Butantan DV teve 42 reações adversas severas investigadas depois da aplicação
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  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, disse ter confiança na segurança da vacina Butantan DV contra dengue.
  • A vacinação foi suspensa temporariamente pelo Ministério da Saúde, em 8 de junho, após análise de segurança.
  • Houve 42 episódios de reações adversas severas, com duas mortes suspeitas em investigação.
  • As ocorrências não foram em cidades onde houve vacinação em massa (Botucatu, Maranguá, Nova Lima e Araguaína) e ocorreram entre profissionais de saúde da linha de frente.
  • O governo paulista afirma que vai realizar estudos para afastar riscos e pretende retomar as aplicações assim que houver segurança comprovada.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta terça-feira que confia na segurança da vacina contra dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A aplicação do imunizante foi suspensa pelo Ministério da Saúde na segunda (8 jun).

Tarcísio disse que a vacina passou por 20 anos de desenvolvimento e por fases de avaliação, com cerca de 11.000 voluntários. Segundo ele, as reações adversas não ocorreram nos locais de vacinação em massa, mas entre profissionais de saúde na linha de frente.

O governador destacou que o governo estadual vai manter a vacinação caso os estudos confirmem ausência de risco e que a retomada deve ocorrer assim que possível, com acompanhamento rigoroso dos vacinados.

Reações adversas

O Butantan DV, imunizante brasileiro contra dengue, teve suspensão determinada pelo governo federal. A medida levou em conta 42 episódios de reações adversas severas notificadas após a aplicação.

Duas mortes suspeitas estão sendo investigadas pela vigilância em saúde. O Ministério da Saúde orienta que profissionais de saúde monitorem pacientes vacinados nos 21 dias após a aplicação para registrar possíveis eventos adversos.

O Ministério também recomendou monitoramento mais próximo dos vacinados para garantir acompanhamento adequado pelas autoridades sanitárias. A avaliação completa visa esclarecer causas e viabilidade de retomada.

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