- Meteorologia aponta cenário incomum para junho de 2026: a partir de 10 de junho, áreas de baixa pressão, frentes frias e ciclones extratropicais devem trazer chuva ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com acumulados acima de 100 mm em algumas localidades.
- Esperam-se ventos entre 60 km/h e 100 km/h, granizo e tempestades em áreas do Sul e do Centro-Oeste; o Inmet emitiu alertas de tempestades com possibilidade de granizo e ventos fortes.
- O evento deve alcançar pelo menos 11 estados e o Distrito Federal, com precipitações que podem provocar alagamentos e interrupções no fornecimento de energia.
- Maior volume de chuva é aguardado em Mato Grosso do Sul, Paraná e interior de São Paulo, com acumulados acima de 50 mm em 24 horas e até 100 mm em pontos isolados.
- Previsões indicam maior ocorrência de chuva no Paraná, Santa Catarina e oeste do Paraná entre quarta e sexta; há expectativa de novas mudanças entre 17 e 19 de junho, com ventos fortes e possibilidade de granizo.
O Centro de Meteorologia aponta cenário incomum para junho. A partir de 10 de junho de 2026, áreas de baixa pressão, frentes frias e ciclones extratropicais devem espalhar chuva pelo Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
As previsões indicam acumulados superiores a 100 mm em algumas localidades, com ventos entre 60 km/h e 100 km/h, além de granizo e tempestades em áreas do Sul e do Centro-Oeste. O episódio envolve ao menos 11 estados e o Distrito Federal.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas para tempestades com queda de granizo e ventos fortes. As chuvas podem causar alagamentos e interrupções no fornecimento de energia em regiões afetadas.
No Mato Grosso do Sul, Paraná e interior de São Paulo, esperam-se os maiores volumes, com até 100 mm em pontos isolados e mais de 50 mm em 24 horas. No Paraná, Santa Catarina e oeste do estado, há maior frequência de instabilidades entre quarta e sexta.
Em Brasília, Goiânia e Cuiabá, a precipitação anual costuma ocorrer entre novembro e março. O episódio atual pode representar uma anomalia climática para essas cidades. Segundo a Climatempo, menos de duas semanas podem trazer mais chuva do que a média histórica de junho.
O tempo instável deve persistir na segunda quinzena de junho e chegar ao início do inverno, que começa em 21 de junho. O fenômeno resulta da atuação de diferentes sistemas sobre a América do Sul, com novas mudanças entre 17 e 19 de junho aumentando o risco de ventos fortes e granizo.
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