- Google levará o projeto Green Light a São Paulo, em parceria com a CET e a Prodam, para ajustar semáforos por meio de IA.
- A ferramenta analisa dados de tráfego do Maps e identifica gargalos, sugerindo alterações que alteram segundos no tempo de abertura dos sinais.
- As mudanças cabem aos municípios decidir se aceitam as recomendações, sem necessidade de novas obras.
- São Paulo é a quarta cidade brasileira a receber a tecnologia, após Rio de Janeiro, Campinas e São Caetano do Sul.
- Em locais onde funciona, houve redução de cerca de trinta por cento nas paradas de carros; no Brasil, queda de nove por cento no consumo de combustível (em 83 cruzamentos).
O Google levará o projeto Green Light a São Paulo, em parceria com a CET e a Prodam. A iniciativa visa sugerir ajustes nos semáforos para melhorar o fluxo de tráfego e reduzir emissões, sem necessidade de novas obras.
O projeto analisa dados de tráfego e mapas para identificar gargalos em cruzamentos. Com IA, o sistema aponta mudanças nos ciclos dos semáforos, visando menos acelerações e freadas bruscas e menor tempo de espera.
As alterações sugeridas podem representar ajustes de segundos no tempo em aberto dos sinais, a depender do horário. Cabe aos órgãos municipais decidir pela implementação.
Alcance e parcerias
São Paulo é a quarta cidade brasileira a receber a tecnologia, após Rio de Janeiro, Campinas e São Caetano do Sul. O anúncio envolve a Google, a CET e a Prodam, empresa de tecnologia da prefeitura.
Segundo o Google, as cidades onde o Green Light já foi adotado registraram redução de aproximadamente 30% no número de paradas. No Brasil, foram 83 cruzamentos com queda de 9% no consumo de combustível.
Resultados globais
Globalmente, o projeto está ativo em mais de dez cidades, em quatro continentes. Entre os exemplos citados pela empresa estão Seattle, Hamburgo, Budapeste e Jacarta. A expectativa é ampliar a aplicação conforme avaliação local.
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