- Aumento do uso de exames de imagem com radiação é comum, mas tecnologias atuais reduzem dose e aumentam precisão.
- No Brasil, o SUS realiza mais de cem milhões de exames de imagem que utilizam radiação ionizante por ano; somando a rede privada, são cerca de 168 milhões.
- A tomografia computadorizada é o exame que mais expõe o paciente, porém utiliza doses menores e tempos de exposição mais curtos hoje em dia.
- Protocolos de proteção evoluíram: cada exame com radiação exige justificativa médica e segue o princípio ALARA, com dose ajustada ao peso/altura e atenção especial a crianças.
- Pacientes devem questionar a necessidade do exame, benefícios, proteção e opções sem radiação (ultrassom e ressonância magnética; gestantes requerem proteção extra em tomografias abdominais/pélvicas quando indispensáveis).
A radiação em exames de imagem segue sendo ferramenta essencial na medicina, mas o medo abundante ainda leva pacientes a adiar diagnósticos que podem salvar vidas. Exames com radiação ajudam no rastreio, diagnóstico e monitoramento de tratamentos.
Dados do Atlas da Radiologia no Brasil indicam que o SUS faz mais de 100 milhões de exames anuais que utilizam radiação ionizante; somados aos da rede privada, chegam a 168 milhões. A tecnologia avançou, reduzindo doses e melhorando a qualidade.
Historicamente, a radiação teve riscos reais no passado, com danos graves por exposições inadequadas. Hoje, equipamentos mais modernos e protocolos de proteção mudaram esse cenário, incluindo uso de inteligência artificial para ajustar dose.
Tecnologia e proteção: redução de doses
A tomografia computadorizada, exame de maior exposição entre os de imagem, funciona com imagens mais precisas e tempo de exposição menor. Algoritmos ajudam a ajustar a dose conforme a anatomia do paciente.
Além da tecnologia, protocolos de proteção evoluíram. Exames com radiação exigem justificativa médica clara, seguindo o princípio ALARA, para manter a dose tão baixa quanto exequível.
Pessoas pesando menos ou com menor estatura recebem doses ainda menores, especialmente em crianças. Profissionais de saúde contam com proteção adequada e limite anual de radiação acumulada.
Pacientes podem questionar a necessidade do exame, os benefícios esperados, os mecanismos de proteção e alternativas sem radiação, como ultrassom e ressonância magnética, quando cabíveis.
Gestantes, se indispensável, devem ter protocolos de proteção intensificados na região abdominal ou pélvica, com avaliação de risco/benefício minuciosa.
Exames de imagem são instrumentos críticos para orientar tratamentos. Apesar do avanço tecnológico, o uso responsável continua sendo prioridade para a medicina cuidados e eficaz.
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