- Em 2009, Luís Serafim e o filho Daniel compraram uma antiga lavoura de fumo em Lontras, Alto Vale do Itajaí, Santa Catarina, para recuperar a área degradada.
- Ao longo de 17 anos, a propriedade de um hectare e meio passou a abrigar cerca de 660 árvores de mogno-africano (Khaya spp.), em vez de espécies como eucalipto e pínus.
- A ideia era devolver vida ao terreno e criar um legado ambiental, não obter lucro imediato.
- A recuperação resultou na presença de aproximadamente seis nascentes na área, que antes quase não possuía recursos hídricos.
- Além do mogno-africano, foram cultivados cedro-australiano e guanandi, com parte da madeira já usada na fabricação de móveis para uso próprio.
Em 2009, um pai e seu filho iniciaram a recuperação de uma área de pastagem degradada no Alto Vale do Itajaí, em Santa Catarina. O objetivo era transformar o terreno em uma floresta produtiva, com foco na restauração ambiental. Quatorze anos após o início do projeto, a região mostra sinais de recuperação.
Ao escolher espécies para reflorestamento, a dupla optou pelo mogno-africano (Khaya spp.), em vez de opções comuns como eucalipto ou pínus. O terreno, adquirido na cidade de Lontras, passou por um manejo cuidadoso para recuperar a cobertura vegetal e as nascentes.
A iniciativa, que também incluiu o cultivo de cedro-australiano e guanandi, tinha como meta a restauração ambiental e a criação de um legado para as próximas gerações. A história é acompanhada pelo programa Vale Agrícola, que destacou o andamento do projeto.
Resultado
Hoje, em uma propriedade de aproximadamente um hectare e meio, convivem cerca de 660 exemplares de mogno-africano. Antes sem recursos hídricos significativos, a área passou a abrigar cerca de seis nascentes, atribuídas à recuperação da vegetação.
Além do mogno-africano, há plantas de cedro-australiano e guanandi cultivadas pela família, com parte da madeira já destinada à fabricação de móveis para uso próprio. O projeto demonstra uma recuperação ambiental de longo prazo e manejo responsável.
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