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Celulares seguros em 2026: como marcas protegem usuários de golpes

Apple e Samsung fortalecem a segurança móvel em 2026, com Knox, IA e Proteção de Dispositivo Roubado reduzindo golpes e acessos indevidos

O que as marcas fazem para deixar seu celular seguro? Na imagem, Galaxy S26 Ultra e iPhone 16 Pro — Foto: Arte/TechTudo
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  • Em 2026, golpes digitais e ataques com IA tornam o celular alvo principal, pois reúne senhas, contas e dados pessoais.
  • Trojans bancários são a principal ameaça entre malwares em celulares, cada malware24 representando 52,96% dos casos detectados; no trimestre, foram evitados 2,67 milhões de ataques e detectados 306 mil pacotes de instalação maliciosa, com 162.275 trojans bancários.
  • Samsung Galaxy S26 aposta em Knox (proteção em várias camadas) combinada com IA e recursos de proteção contra roubo, além de filtros de chamadas e alertas de privacidade.
  • iPhone, com iOS 18, foca na integração entre hardware e software (Face ID/Touch ID, Buscar, Conta Apple, iCloud) e na Proteção de Dispositivo Roubado, além de Chaves de Acesso e privacidade aprimorada.
  • Para aumentar a proteção, ative bloqueio de tela com biometria, localização/remoto, proteções contra roubo e revisão de permissões de apps; a escolha entre iPhone e Galaxy depende do ecossistema e das necessidades do usuário.

Nesta reportagem, o TechTudo apresenta como os celulares de Samsung e Apple trabalham, em 2026, para proteger dados, bloquear golpes e reduzir furtos. Medidas vão desde IA e hardware até verificação biométrica e localização remota. O objetivo é entender o que mudou e como o usuário pode agir.

Os dados de segurança móvel passam a refletir ameaça real: golpes, phishings e trojans bancários continuam fortes. As fabricantes investem em camadas de proteção, priorizando proteção de dados, privacidade de apps e bloqueio de acessos indevidos.

A comparação entre as duas lideranças mostra caminhos distintos: ecossistema fechado da Apple versus combinação de Android, Knox e IA da Samsung. O texto descreve recursos, evidenciando como cada um funciona na prática para o usuário comum.

Samsung Galaxy S26: Knox, IA e proteção contra roubo

A Samsung sustenta a proteção com o Knox, que verifica a integridade do sistema desde a inicialização. A ideia é blindar credenciais, dados pessoais e funções de IA com proteção de hardware. A empresa destaca proteção em múltiplas camadas.

Com IA integrada, recursos como Now Brief, Bixby e Circule para Pesquisar lidam com dados do usuário para respostas e sugestões, mantendo a segurança com o Knox como base. A função de Proteção Contra Roubo reage a atividades suspeitas e bloqueia o acesso remoto.

A linha Galaxy S26 traz ainda Filtro de Chamadas e Alertas de Privacidade, que avisam sobre acessos a câmera, microfone e localização. A versão Galaxy S26 Ultra acrescenta a Tela de Privacidade, limitando visão lateral para leitura de senhas em locais públicos.

iPhone: recursos nativos de segurança da Apple

No iPhone, a integração entre hardware, iOS e serviços da Apple reduz brechas para golpes. A proteção envolve Face ID, iCloud, Buscar e Conta Apple, com foco em evitar alterações sensíveis sem autenticação.

A Proteção de Dispositivo Roubado exige Face ID ou Touch ID para ações críticas e pode aplicar atraso de segurança. O Buscar ajuda a localizar, apagar dados ou exibir mensagens remotamente, mesmo sem conexão constante.

Chaves de Acesso (passkeys) e Transparência no Rastreamento de Apps fortalecem privacidade, reduzindo uso de senhas. O Modo de Bloqueio, voltado a perfis com maior risco, restringe algumas funções para diminuir vias de ataque.

O que ativar no celular para aumentar a proteção

Configurar bloqueio de tela forte com biometria é indispensável. No iPhone, ajuste em Face ID/Code; no Galaxy, em Tela de bloqueio e AOD ou Segurança e Privacidade. Autenticação em dois fatores agrega camada extra de defesa.

Localização e bloqueio remoto devem estar ativos. No iPhone, em Buscar iPhone; no Android, nas configurações de Google. A Proteção de Dispositivo Roubado e opções de localização ajudam a agir rapidamente após perda.

Controle de permissões é essencial. Revise acessos de apps a câmera, microfone, localização e notificações. Se função não exigir determinado dado, retire a permissão. Em caso de dúvida, prefira usar canais oficiais para confirmar ações.

iPhone vs Samsung Galaxy: qual celular é seguro?

A decisão não está em escolher apenas uma marca, mas entender o ecossistema. Apple privilegia integração entre dispositivos e serviços, com foco em reduzir brechas por meio de hardware e software coesos.

A Samsung oferece flexibilidade do Android com camadas próprias de segurança, como Knox, Proteção Contra Roubo e Alertas de Privacidade. A linha Galaxy S26 pode agradar quem valoriza personalização e IA integrada.

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