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Doenças renais são silenciosas e exigem atenção, dizem médicos

Doenças renais costumam ser silenciosas; diagnóstico precoce com dois exames simples pode frear a progressão e reduzir necessidade de diálise

Os nefrologistas Lúcio Requião e Caio Bastos são os convidados do "Sinais Vitais - Dr. Kalil entrevista"
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  • Doenças renais costumam ser silenciosas, o que dificulta o tratamento; estão ligadas a hipertensão e diabetes.
  • Médicos do programa CNN Sinais Vitais alertam para o aumento da doença renal crônica no Brasil, inclusive entre jovens.
  • O diagnóstico precoce pode ocorrer com dois exames simples: dosagem de creatinina no sangue e exame de urina.
  • Existem tratamentos que ajudam a frear a progressão e prevenir falência renal, incluindo medicamentos para diabetes disponíveis no SUS; analógicos do GLP‑1 também têm potencial, ainda sem explicação definitiva.
  • Em casos de falência, a diálise é necessária, sendo a hemodiálise a mais comum (cerca de 95% dos pacientes) e a diálise peritoneal pode ser feita em casa; há ações para ampliar esse método, com o transplante renal como alternativa.
  • O programa será exibido no sábado, 13 de junho, às 19h30, na CNN Brasil.

Doenças renais costumam ser silenciosas, o que dificulta o tratamento no futuro. O alerta é feito por médicos durante o programa CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista, que destaca a relação com hipertensão e diabetes.

No episódio, o cardiologista Dr. Kalil recebe dois nefrologistas: Lúcio Requião, vice‑diretor do Hospital do Rim e professor da Escola Paulista de Medicina da Unifesp, e Caio Bastos, médico do Hospital do Rim. Eles comentam o aumento da doença renal crônica no Brasil, inclusive entre jovens, e discutem riscos, desafios e avanços no manejo.

Diagnóstico precoce

Segundo Requião, o diagnóstico pode acontecer com dois exames simples: dosagem de creatinina no sangue e um exame de urina que detecta perda de proteína. A detecção precoce permite frear a progressão e evitar a falência renal.

Bastos aponta que há tratamentos que protegem a função renal, como um medicamento para controle da diabetes disponível no SUS. Também mencionam os análogos do GLP‑1, como semaglutida e liraglutida, que mostram potencial benefício para os rins, ainda sem explicação completa.

Opções de tratamento e circulação

Quando a insuficiência ocorre, a diálise é necessária. Existem dois tipos: hemodiálise, utilizada por cerca de 95% dos pacientes, e diálise peritoneal, que pode ser realizada em casa. O Ministério da Saúde tem metas para ampliar o uso da diálise peritoneal.

A conversa também aborda avanços no tratamento da insuficiência renal e os desafios diários dos pacientes. O transplante renal é apresentado como uma alternativa relevante em casos graves, considerado uma das maiores conquistas médicas.

O programa CNN Sinais Vitais – Dr. Kalil Entrevista será exibido neste sábado, 13 de junho, às 19h30, na CNN Brasil. O episódio reúne informações sobre diagnóstico, manejo clínico e perspectivas para o futuro do cuidado renal.

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