- A primeira patente do airbag foi registrada em 1951 por Walter Lindner, na Alemanha, para um contêiner inflável dobrado.
- Em 1953, o engenheiro John W. Hetrick registrou uma patente semelhante nos Estados Unidos.
- O airbag chegou aos carros na década de 1970, com o Oldsmobile Toronado da General Motors sendo o primeiro veículo de produção com o dispositivo, em 1974.
- A obrigatoriedade nos Estados Unidos foi definida em 1998; no Brasil, os carros passaram a sair de fábrica com airbag frontal obrigatório a partir de janeiro de 2014.
- O sistema atual contabiliza sensores de colisão e desaceleração, uma unidade de controle e bolsas infláveis, que se ativam em frações de segundo, tendo evoluído para diversas opções (frontal, cortina, lateral, joelho, entre outras).
O airbag, item-chave de segurança veicular, teve origem na década de 1950 e só ganhou escala décadas depois, tornando-se essencial para reduzir mortes e ferimentos no trânsito. A invenção enfrentou ceticismo e limitações técnicas, mas evoluiu até se tornar obrigatório em muitos países.
Os primeiros registros de patente vieram de Walter Lindner, na Alemanha, em 1951, e de John W. Hetrick, nos Estados Unidos. As propostas descreviam bolsas infláveis que se expandiam rapidamente para proteger ocupantes. A dificuldade inicial foi a velocidade de inflamento, que precisava ser quase instantânea para evitar lesões graves.
Resistência e adoção inicial
Houve resistência devido a falhas em testes, com airbags inflando quando não havia impacto ou permanecendo inativos em colisões reais. Especialistas ressaltam que a confiabilidade só aumentou com avanços eletrônicos e com a adoção de reações químicas para inflar as bolsas de forma mais rápida e estável.
Os airbags chegaram aos veículos na década de 1970. A Mercedes-Benz detinha patentes, mas a GM lançou o primeiro carro de produção equipado com airbag, o Oldsmobile Toronado, em 1974. A popularização ocorreu, no entanto, apenas na década de 1980.
Evolução tecnológica e tipos
Com o tempo, sensores, centrais de acionamento e módulos passaram a tornar o sistema mais preciso. Hoje existem airbags frontais, cortina lateral, tronco, joelho, cortina central e até proteção para pedestres, cada um com funções específicas em diferentes tipos de impacto.
O funcionamento baseia-se em sensores de colisão e desaceleração, uma unidade de controle e as bolsas infláveis. A cada 10 milissegundos, o sistema avalia sinais para decidir pela ativação, com o objetivo de reduzir ferimentos graves e fatalidades.
Implicação para a segurança pública
Especialistas destacam que o airbag não substitui o cinto de segurança, mas atua como proteção adicional. A combinação de dispositivos aumentou a segurança e reduziu consequências de colisões ao longo das décadas.
A obrigatoriedade varia por região, mas avanços contínuos visam ampliar a proteção, incluindo opções para acidentes envolvendo pedestres. O sistema permanece em evolução para atender novos padrões de segurança e demandas de mobilidade.
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