- Um trabalhador foi mordido no dedo ao tentar oferecer água a um lagarto teiú em Mato Grosso; ele passou por cirurgia e recebeu alta.
- Biólogos afirmam que o teiú não entende que está sendo ajudado e pode atacar quando se sente encurralado ou ameaçado.
- O ataque ocorreu na terça-feira, 9 de junho; o animal costuma fugir, mas reage com mordidas quando pressionado.
- A recomendação é evitar qualquer aproximação com animais silvestres e não alimentar a fauna; a aproximação pode ser interpretada como ameaça.
- Em caso de animal ferido ou debilitado, deve-se acionar órgãos ambientais para resgate e atendimento adequado.
O episódio ocorreu no Mato Grosso, quando um trabalhador tentou oferecer água a um lagarto teiú e teve parte do dedo arrancada pelo animal. O incidente aconteceu na terça-feira, 9, e o trabalhador foi encaminhado a um hospital, onde passou por cirurgia e recebeu alta.
Biólogos explicam que o teiú é de grande porte, possui comportamento defensivo e pode atacar quando se sente encurralado. A espécie costuma evitar contato, mas, se pressionada, pode avançar e morder com força. Estudos indicam que o animal se alimenta de vertebrados, artrópodes e outros animais que encontra pelo caminho.
Autoria das informações aponta que, ao perceber a aproximação humana, o teiú tende a buscar a fuga. A tentativa de ajudar com água não é recomendada, pois animais silvestres não reconhecem a ajuda humana como algo benéfico, aumentando o risco de ataque.
Especialistas ressaltam que oferecer alimento ou água a fauna silvestre é proibido pela Lei Ambiental Federal nº 9.605/1998. Além disso, a observação deve ocorrer a distância segura, para evitar reações imprevisíveis do animal.
Em caso de animais visivelmente feridos ou debilitados, a orientação é acionar órgãos ambientais competentes para o resgate e o atendimento adequado, evitando qualquer intervenção direta pelo público. O objetivo é garantir a integridade do animal e das pessoas envolvidas.
Comportamento do teiú e recomendações
Biólogos destacam que os teiús não formam vínculos com humanos e tendem a reagir de forma defensiva quando se sentem ameaçados. A recomendação é manter distância, não tentar tocar ou alimentar, e acionar profissionais quando for necessário.
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